quarta-feira, 2 de janeiro de 2019

México: Ventura e Forcados do Aposento da Chamusca esgotaram praça de Mérida

Os forcados lusos, com três reforços mexicanos, com Diego
Ventura ontem em Mérida
Toiros não ajudaram, mas Ventura esteve acima da média. Cortou uma orelha
ao seu segundo toiro, com forte petição da segunda
Forcados do Aposento da Chamusca executaram três pegas ao primeiro intento
e obtiveram assim um êxito memorável ontem em Mérida - a praça esgotou a
lotação


Diego Ventura e os Forcados Amadores do Aposento da Chamusca esgotaram ontem a lotação da praça de toiros de Mérida, no México, na primeira corrida do ano.
Lidaram-se toiros de Rancho Seco e de José Julián Llaguno e os forcados portugueses comandados por Pedro Coelho dos Reis (Pipas) alcançaram um triunfo memorável pegando três toiros à primeira tentativa e empolgando o público mexicano.
Foram autores das três grandes pegas os forcados Francisco Montoya, Francisco Andrade e João Saraiva.
Diego Ventura foi ovacionado no primeiro toiro do seu lote e cortou uma meritória orelha ao segundo, com fortíssima petição da segunda.
Actuaram também os rejoneadores Horácio Casas (silêncio nos dois) e Santiago Zendejas (orelha e silêncio) e ainda o jovem David Cesa, que foi ovacionado no novilho que lidou na sua apresentação em público.

Fotos D.R./@Diego Ventura oficial e @GFA do Apos. da Chamusca

No Cemitério de Elvas decorre a última homenagem a Joaquim Bastinhas


O corpo de Joaquim Bastinhas chegou há momentos ao Cemitério de Elvas, onde se celebram agora as derradeiras orações por sua alma, sendo de seguida sepultado.
Milhares de pessoas acompanharam o cortejo a pé desde o Santuário da Piedade.

Foto Rádio Elvas



Elvas: milhares de pessoas no último adeus a Joaquim Bastinhas



Milhares de populares, muitos aficionados e imensas figuras do mundo tauromáquico nas ruas de Elvas no último adeus a Joaquim Bastinhas. A urna contendo os restos mortais do famoso cavaleiro saíu há momentos do Santuário da Piedade, onde se celebrou uma missa e o cortejo fúnebre segue agora para o Cemitério de Elvas, onde o corpo será sepultado.

Fotos Rádio Elvas


México: minuto de silêncio em Mérida em homenagem a Joaquim Bastinhas


Ontem, na praça de toiros de Mérida, no México, ao início da corrida que ali se realizou e na qual participaram, entre outros, o rejoneador Diego Ventura e os Forcados Amadores do Aposento da Chamusca, foi guardado um respeitoso e emotivo minuto de silêncio ao início do espectáculo em homenagem à memória de Joaquim Bastinhas.

Foto D.R.


Paulo Caetano homenageia Bastinhas: "Homens assim, partem, mas não nos deixam"

Paulo Caetano brindando a sua lide a Joaquim Bastinhas na última corrida da
sua vida, em Setembro passado no Coliseu de Elvas. Em baixo, em Setembro
de 2017, quando a aficion homenageou Bastinhas, Caetano e Moura, o
lembrado Trio da Apoteose

Sentidas palavras de Paulo Caetano escritas ontem na sua página da rede social Facebook como forma de homenagem ao amigo e companheiro Joaquim Bastinhas, que aqui reproduzimos com a devida vénia

Estava fora de Portugal quando recebi a triste notícia, mas naquele momento, a distância geográfica era indiferente. Estivesse onde estivesse, o cenário ao meu redor, teria ficado vazio.
Só o meu amigo e os muitos momentos que passámos juntos me faziam companhia. Os únicos pensamentos que me separavam dele, iam para a Helena, para o Marcos, para o Ivan, para os pequeninos e para as mães deles, para os seus pais, para os seus sogros, para todos aqueles que mais o amaram e acompanharam.
A dor rompia o meu peito e fazia-me dobrar sobre o ventre, com os braços fechados ,como que a proteger as recordações. Curvado sob o peso do inexplicável, da incapacidade para entender, da sensação de irreversibilidade.
Pensei no seu pai e no exemplo maravilhoso de senhorio, honradez e hombridade que passou ao seu filho e a todos os que com ele partilharam tantas horas e tantos medos de callejon. Uma ideia adoçou-me o coração, a do abraço com que terá recebido o seu filho, e o plano que, com ele, estará calmamente , como sempre foi seu timbre, a fazer, para aliviar o sofrimento e proteger as pessoas suas amadas que cá ficaram. 
Depois vieram as memórias do colega. Da paixão, do entusiasmo, da entrega com que viveu a sua arte. Da forma única, inigualável, como sentia e interpretava o toureio. Da exuberância natural, genuína , com que enchia de entusiasmo o seu público. Seu mesmo, seu de verdade. Da honestidade e da rectidão com que se relacionava com os companheiros e da alegria com que temperava os momentos de tensão.
Depois veio a lembrança do homem e do amigo. Da entrega e da lealdade. Da iniciativa e responsabilidade que punha em tudo o que construía. Do incondicional amor e dedicação á sua mais notável obra, a sua família. Da atenção e fidelidade que dispensava a todos os que o acompanhavam, na carreira e no trabalho. Do esmero com que cuidava da sua casa, da casa dos seus cavalos, das suas coisas, das searas, da terra que tanto amava. Do apuro com que preservava e respeitava os seus arreios, as suas maquinas e alfaias.

Então, percebi que tinha de me erguer. 
Olhei para o Céu e agradeci. 
Agradeci por ter tido o Bastinhas como amigo e companheiro. 
Percebi que não era de explicações que precisava mas sim, mais uma vez, da ajuda de Deus. De esperança , para poder aceitar , para seguir em frente, para secar este choro e ungir esta dor que o tempo não apagará mas que a Fé vai aliviar. 
Em cada Praça de Touros, em cada recanto do seu Monte, em cada esquina da nossa vida, o Joaquim Manel estará lá, com o seu sorriso a dar-nos força.

Homens assim, partem, mas não nos deixam.

Paulo Caetano

Fotos D.R. e Maria Mil-Homens

Elvas: mundo da tauromaquia despede-se neste momento de Joaquim Bastinhas


Decorrem neste momento em Elvas as cerimónias fúnebres de Joaquim Bastinhas. Ontem durante todo o dia e a noite o corpo esteve em câmara ardente na Igreja de São Domingos, por onde passaram inúmeras figuras do toureio nacional e povo anónimo a prestar a derradeira homenagem ao mais querido e mais popular dos cavaleiros portugueses. Às nove da noite foi celebrada uma missa.
Esta manhã, o corpo foi trasladado para a Igreja da Piedade, onde se celebrou há momentos uma outra missa, seguindo agora o cortejo fúnebre para o Cemitério de Elvas.
Joaquim Bastinhas comemorou em 2018 os seus 35 anos de alternativa e reapareceu em Julho na Figueira da Foz (foto), três anos depois do grave acidente que sofreu na sua herdade e que o manteve afastado das arenas. Em Setembro toureou em Elvas pela última vez.

Foto Maria Mil-Homens


Ontem, 3ª feira: 22.946 leram o "Farpas"!



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terça-feira, 1 de janeiro de 2019

Sempre e para sempre!


Fotos Maria Mil-Homens, D.R. e Emílio de Jesus

Antigos forcados de Montemor e amigos celebraram entrada do novo ano no México



A comitiva de antigos forcados dos Amadores de Montemor e amigos que se encontra no México onde acompanhou a estreia do grupo na Monumental no último domingo, celebrou ontem a entrada no novo ano no Hotel Sheraton, na Cidade do México (foto de cima).
Ao lado, Francisco Borges com seu filho Francisco Maria, que foi autor da primeira pega do grupo na maior praça de toiros do mundo - duas gerações de grande forcados montemorenses, no dia da corrida.

Fotos D.R.

Velório de Joaquim Bastinhas durante o dia e a noite de hoje em Elvas



O corpo de Joaquim Bastinhas já se encontra em Elvas, sua terra natal, no Convento de São Domingos (foto de cima), onde durante a tarde e a noite de hoje vai decorrer o velório.
Amanhã, quarta-feira, de manhã, a urna será transportada para o Santuário do Santo Jesus da Piedade (foto ao lado), também em Elvas, onde pelas 11 horas se celebrará uma missa.
Depois, as cerimónias fúnebres decorrerão no Cemitério de Elvas, onde o corpo ficará sepultado.
Joaquim Bastinhas, de 62 anos, morreu ontem ao final da tarde no Hospital da Cruz Vermelha em Lisboa, onde estava internado desde o início de Novembro.

Fotos Maria Mil-Homens e D.R.


Mourão: o cartaz oficial da abertura da Temporada Nacional



Julián Alonso é o novo apoderado de Ana Rita



A cavaleira Ana Rita (foto de cima) já tem novo apoderado, uma semana depois de ter anunciado a separação de José Luis Cazalla e Mamerto López Díaz.
Julián Alonso (foto ao lado), conhecido taurino espanhol que já apoderou no país vizinho diversos cavaleiros lusos, entre os quais João Moura e João Ribeiro Telles, é o novo manager da valorosa toureira que na temporada de 2018 se classificou na quarta posição do escalafón.

Fotos D.R.


Federação PróToiro lamenta morte de Joaquim Bastinhas


A Federação PróToiro, que congrega as várias associações de intervenientes no mundo tauromáquico, lamenta em comunicado a morte do Maestro Joaquim Bastinhas

2018 despede-se com uma notícia triste que abala profundamente o mundo da tauromaquia e da cultura portuguesa - a morte do cavaleiro tauromáquico Joaquim Bastinhas.
Com 62 anos, Joaquim Bastinhas deixa um legado de arte, valentia e popularidade. Foi um dos cavaleiros mais queridos dos portugueses e o seu talento atravessou gerações.
A PróToiro lamenta com dor e pesar o desaparecimento de Joaquim Bastinhas mas tem a certeza de que o seu nome e o seu testemunho, como marcos assinaláveis na cultura portuguesa, serão seguidos por muitos e durante muitos e muitos anos.

Federação PróToiro

Foto Frederico Henriques


Cerimónias fúnebres de Joaquim Bastinhas hoje e amanhã em Elvas


O corpo de Joaquim Bastinhas - que morreu ontem, aos 62 anos, em Lisboa no Hospital da Cruz Vermelha - vai ser transportado para Elvas, onde ao final da manhã será depositado na Igreja de São Domingos, onde decorrerá durante a tarde e a noite de hoje o velório e onde todos os amigos e aficionados lhe poderão prestar uma derradeira homenagem e abraçar a família em hora tão triste.
Amanhã, quarta-feira, pela manhã, a urna será transferida para a Igreja da Piedade, um templo de que Bastinhas era grande devoto, onde pelas 11 horas será celebrada uma última missa por sua alma e por seu eterno descanso.
O funeral segue depois da missa para o Cemitério de Elvas.
Que em paz descanse.

Foto Maria Mil-Homens




México: Ventura e Forcados do Aposento da Chamusca hoje em Mérida



Diego Ventura e os Forcados Amadores do Aposento da Chamusca, comandados por Pedro Coelho dos Reis (Pipas), nas fotos de cima, actuam hoje, primeiro dia do ano ano, na praça mexicana de Mérida.
Completam o cartel os rejoneadores mexicanos Horácio Casas e Santiago Zendejas, que lidam seis toiros de Rancho Seco, actuando ainda, na lide de um novilho da mesma ganadaria, o jovem rejoneador David Cesa, que faz a sua apresentação em público.

Fotos D.R.

Tu foste bom de verdade!

3 de Novembro, a última aparição pública de Joaquim Bastinhas na Feira da
Golegã e os momentos emotivos do encontro com uma aficionada de 102 anos
que o admirava. Neste dia, deu entrada em Lisboa no Hospital da Cruz Verrmelha
para ser operado a um pólipo nos intestinos. Seguiu-se um calvário de dois
meses
Em Setembro, antes da última corrida, quando percorreu feliz da vida todos os
recantos da sua herdade mostrando-os à administradora do Campo Pequeno
Na praça da Nazaré em Julho deste ano, assistindo à corrida de abertura da
temporada naquele redondel, em que tomou a alternativa a cavaleira Cláudia e
em que actuou e triunfou seu filho Marcos. Em baixo, um dos milhões de
momentos que nunca mais vamos esquecer


Miguel Alvarenga - Sem nunca termos percebido na realidade os porquês, e que importa isso já?, sabíamos que mais tarde ou mais cedo isto ia acontecer. A morte de Joaquim Bastinhas, como ontem escrevi, foi, afinal, a crónica de uma morte anunciada. E porquê? Que importa agora?
Mesmo assim, era a última coisa que eu queria ouvir. Foi o teu velho (e meu) amigo José Boto quem ontem de manhã me telefonou. "Não há nada a fazer, está por horas". E foi também o José Boto quem me ligou pouco depois das seis da tarde, minutos depois de termos tido outra conversa, eu a querer saber, ele a dizer que estava tudo na mesma, que podia ser no minuto seguinte, daqui a uma hora, mas que não passava de hoje. "Acabou tudo, Miguel...". E chorou. E chorei. Merda, Joaquim Bastinhas.
Uma semana antes, na noite de Natal, o Marcos telefonou-me. E chorou. E chorou o telefonema inteiro. Tínhamos todos percebido já que desta vez não havia volta a dar. Mas não queríamos acreditar, não queríamos que fosse possível, tinha que ser uma história inventada, um sonho mau, uma qualquer partida daquelas em que eras único.
Passaste a vida a pregar partidas. E ontem só tu nos podias pregar uma partida tão cruel, tão dura e tão sem senso. Morrer no último dia do ano, a pouquíssimas horas do reveillon. Só mesmo tu, caramba. E nem tempo houve para uma despedida, um breve adeus que fosse, um último sorriso daqueles em que irradiavas vida, alegria de viver e contagiavas todo o mundo.
Lembras-te quando um dia nos zangámos, nada a ver directamente connosco, uma história estúpida, os amigos também se zangam, e depois demos um abraço numa noite de entrega de troféus do "Farpas" em Monsanto e o Emílio até nem conseguiu tirar a foto, desatou ele a chorar de tão comovido que ficou?
Lembras-te daquela viagem a Madrid, quando foste tourear a Las Ventas e à saída da praça fomos todos presos pela Polícia porque alguém da comitiva dos portugueses tinha pago um arranjo numa oficina com pesetas faltas? O que rimos e o que passámos...
Lembras-te quando em tua casa, com a Lena, me mostraste todo orgulhoso, no berço, o teu filho Marcos acabado de nascer?
Foram tantas e tão fantásticas as históricas que vivemos juntos em quarenta anos que é isso, Joaquim Bastinhas, que me dá agora forças e me seca a merda das lágrimas quando penso que não me vais ligar mais.
Foste um Toureiro enorme. O mais popular, o mais querido. Um ídolo do país. Já não ídolos assim.
Foste um lutador. Ainda me lembro, no princípio, e tu lembras-te melhor que eu, quando diziam que Bastinhas era nome de artista cómico. E tu, indiferente a essas coisas, te forte afirmando, foste subindo os degraus, tarde após tarde, subindo a pulso a escadaria da fama e da glória, até te reconhecerem como primeira figura, mal entravas na arena já as palmas se ouviam, nenhum era igual a ti e por isso mesmo marcaste a diferença e foste único.
É um lugar comum dizer-se o que eu vou dizer, mas com a tua partida partiu um pouco de todos nós. Perdemos todos qualquer coisa que era nosso. Os que contigo tiveram a honra de conviver de perto. Os que nas praças te aplaudiram e desfrutaram tantas vezes, muitas mesmo, das alegrias que lhes proporcionaste. Alegrias, mesmo. Tu eras uma alegria, uma força que arrastava o mundo, viveste sempre a correr, fizeste tudo sempre cheio de pressa, até parece que o mundo ia sempre acabar amanhã.
Superaste todas as mazelas do estúpido acidente de há três anos. Voltaste a tourear, ao menos não morreste sem voltar a tourear. Na Figueira e em Elvas voltaste a ser a tal força, a força indomável que move montanhas e por isso mesmo nunca nenhum outro toureiro fizera tanta falta à Festa como tu. Tinhas programado mais corridas para este ano, tinha ficado acertada a reaparição no Campo Pequeno, tantos sonhos, tanta ilusão que alimentavas para 2019 e de repente acaba assim tudo.
O meu telefone não parou ontem. Os telefones de toda a gente deste mundo dos toiros não pararam mais. "É verdade?", "como foi possível?", "não quero acreditar...".
As palavras vão-se soltando no teclado, continuo sem saber o que escrever mais. Vou-te recordar para sempre porque há Homens que não morrem nunca. Todos te vão recordar nos seus corações.
A alegria com que estavas na tarde da última corrida em Elvas, nesse Setembro que já ficou para trás. A força com que te aplaudiu o público da tua terra, que te amava. te idolatrava e hoje há-de sair à rua para te dizer um último adeus.
E que ser humano fantástico tu foste, tinhas um coração do tamanho do mundo ou maior. Foste um doido, somos todos. Mas foste um grande marido, um enorme pai, um avô super babado e querido, um filho carinhoso, um irmão dedicado, um genro sempre presente. E um Amigo único.
Está aí o Marcos para continuar a tua obra. Por mais vontade que nesta hora possa ter de desistir e de não pensar mais em touradas, sei que ele há-de ir em frente e te prestar a maior das homenagens mantendo vivo nas arenas o apelido que leva aos ombros. A História que tem atrás.
Mais logo já me despedirei de ti, Joaquim Bastinhas. E depois fica a saudade. E ficam as memórias, os momentos de uma vida que muitas vezes partilhámos em ocasiões tão especiais e que agora eu lembro enquanto estou aqui feito parvo, em frente do computador, a querer escrever tudo o que não consigo, a querer dizer-te tudo o que me apetece e não sou capaz de dizer.
Os que morrem são sempre muito bons. Mas tu foste bom de verdade.
Até um dia, meu querido Amigo. E obrigado.

Fotos Frederico Henriques/@Campo Pequeno, Emílio de Jesus e D.R.




Último adeus a Joaquim Bastinhas hoje e amanhã em Elvas


O corpo de Joaquim Bastinhas vai ser transportado do Hospital da Cruz Vermelha, em Lisboa, onde ontem morreu, a meio da manhã de hoje para Elvas, sua terra natal, ficando em câmara ardente na Igreja de São Domingos - onde se prevê a sua chegada cerca da uma da tarde.
Será nessa Igreja que vai ter lugar durante todo o dia e a noite de hoje, terça-feira, o velório.
Amanhã, quarta-feira, de manhã, a urna será transportada para a Igreja da Piedade, também na cidade de Elvas, templo de que Bastinhas era grande devoto, celebrando-se missa de corpo presente às 11 horas.
Cerca do meio-dia terão lugar as derradeiras cerimónias fúnebres no cemitério de Elvas.
Que em paz descanse.

Foto Emílio de Jesus


Ontem, 2ª feira: 16.426 leram o "Farpas"!



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Mourão, 1 de Fevereiro: cartel de alto nível no primeiro Festival da temporada

Ana Rita: justa e merecida inclusão no cartel de Mourão, para abrir a nova
Temporada Nacional a 1 de Fevereiro
Primeiro novilho do ano será pegado pelos Forcados Amadores de Monsaraz
O veterano Pepe Luis Vásquez encabeça o cartel das figuras a pé 
Octávio Chacón, o matador revelação da temporada 2018 em Espanha
Nuno Casquinha defende a honra dos matadores nacionais em Mourão
Román, uma das novas estrelas do tourio mundial
Manolo Vásquez, promissor novilheiro sevilhano, toureiro de dinastia que no
ano passado debutou na Real Maestranza de Sevilha. Lidam-se 6 novilhos da
triunfadora ganadaria Murteira Grave (foto de baixo)

Um grande Festival Taurino organizado pelo Dr. Joaquim Grave abre a Temporada Nacional no próximo dia 1 de Fevereiro em Mourão com um cartel de alto nível

Ana Rita, incompreensilvelmente esquecida pelas empresas taurinas nacionais e que este ano ficou classificada na quarta posição do escalafón de cavaleiros/rejoneadores em Espanha, é a cabeça de cartaz do tradicional Festival Taurino que no próximo dia 1 de Fevereiro, às 15 horas, abre a Temporada Nacional em Mourão. Uma escolha - que se aplaude - do Dr. Joaquim Grave, que um ano mais apresenta um elenco de alto nível.
Festejo sempre marcado pela forte presença de grandes nomes do toureio a pé, o deste ano anuncia-se com um cartel de alto gabarito: o veterano Pepe Luis Vásquez; a grande revelação da última temporada, Octávio Chacón; o português Nuno Casquinha, depois dos memoráveis triunfos que alcançou no último ano em Portugal, em Espanha e no Peru; uma das novas estrelas do toureio mundial, o espanhol Román; e o promissor novilhano sevilhano Manolo Vásquez, neto do antigo e saudoso matador Pepe Luis Vásquez, sobrinho neto do também famoso matador Manolo Vásquez e, por sua vez, sobrinho de Pepe Luis Vásquez, que encabeça o cartel na parte a pé. O jovem toureiro fez o seu debute no Festival da Hermandad de la Macarena no ano passado na Real Maestranza de Sevilha.
Completa o cartel o Grupo de Forcados Amadores de Monsaraz, que pegará o primeiro novilho da temporada, lidado por Ana Rita.
Lidfam-se seis novilhos-toiros da triunfadora ganadaria Murteira Grave.

Fotos D.R. e Emílio de Jesus