domingo, 21 de dezembro de 2014

Cartel de Mourão será divulgado a 1 de Janeiro



O cartel oficial do tradicional festival que a 1 de Fevereiro abre oficialmente a temporada tauromáquica em Mourão e que volta a ser organizado pelo prestigiado ganadero Dr. Joaquim Grave (na foto ao lado com sua filha), será divulgado no primeiro dia do próximo ano, 1 de Janeiro.
"Apesar de nem sempre ser possível conter as habituais fugas de informação, gostava que passasse a ser norma o primeiro festejo do ano ser anunciado no primeiro dia do ano e é o que vou fazer, divulgando todo o cartel no próximo dia 1 de Janeiro", diz-nos Joaquim Grave.
"Depois do êxitazo de 2014, sobem as responsabilidades e as expectativas", reconhece o famoso ganadero e antigo forcado dos Amadores de Santarém, adiantando que o Festival da Senhora das Candeias em Mourão vai ter o mesmo formato de cartel: "dois cavaleiros, um grupo de forcados e quatro espadas, sendo destes, pelo menos um português".
O organizador do primeiro festejo taurino da próxima temporada pretende continuar a reforçar a data como "a data referência para o toureio a pé em Portugal". Como aliciante, no festival do próximo dia 1 de Fevereiro será instituído o primeiro troféu para a melhor faena a pé, o Troféu "Adega Velha de Mourão".
"O meu Pai, nos anos 80, organizou este festival, nem sempre em Fevereiro, mas começou a trazer alguns toureiros espanhóis com mais nome e agora tenho o sonho de fazer desta data um cartel com a máxima categoria", diz-nos a terminar.
Tudo a postos, portanto, para uma abertura em grande da próxima temporada nacional no próximo dia 1 de Fevereiro em Mourão. Aguardemos pela divulgação oficial do elenco no primeiro dia do ano!

Fotos D.R. e Emílio de Jesus



João Oliveira esclarece: "Desculpas não foram solenes"


Ao abrigo do Direito de Resposta e a propósito de uma notícia aqui publicada ontem, onde se dava conta do termo de dois processos judiciais interpostos, respectivamente, por João Oliveira (foto ao lado) e Ricardo Levesinho, um contra o outro, recebemos do primeiro (organizador de uma tourada em 2012 em Lousada, que não se chegou a efectuar), o seguinte esclarecimento:

Venho por este meio esclarecer, pela última vez, o assunto Lousada.
O resultado do processo que o Sr. Ricardo Levesinho interpôs contra a minha pessoa foi unicamente por difamação e não sobre a verdade dos factos ocorridos nessa triste tarde em Lousada. O meu pedido de desculpas foi unicamente feito devido a interesses de ambas as partes no processo, a minha opinião continua a mesma e a verdade real e pura do que aconteceu perdurará na consciência dos que contribuiram para que aquela corrida não tivesse sucesso.
O bom nome do Sr. Ricardo nunca esteve em causa, nunca lhe chamei ladrão, mas para bem de todos achei melhor, mesmo indo contra a opinião do meu defensor no processo que coloquei contra o Sr. Ricardo, retirar a queixa.
Para terminar, só quero esclarecer o seguinte: as desculpas não foram solenes, foram acordadas e a minha consciência está tranquila, agora a de muitas pessoas, infelizmente, não podem dizer o mesmo.
Sem mais, por momento e sempre a considerar,

João Oliveira

Foto D.R.

Amadores de Lisboa terminam digressão mexicana



Os Forcados Amadores de Lisboa terminaram ontem na praça coberta de Orizaba (Veracruz) a sua curta digressão ao México, onde participaram em apenas duas corridas, tendo executado também duas pegas.
Ontem, o forcado da cara foi o valente e consagrado Pedro Gil, que executou a sorte ao segundo intento (fotos). A praça registou meia entrada e na corrida participou ainda o cavaleiro João Ribeiro Telles, que obteve uma orelha no primeiro toiro e foi aplaudido no segundo (cuja pega foi executada pelos Forcados Mexicanos). Lidaram-se toiros de Fernando de la Mora e San Isidro, duas ganadarias mexicanas.
Os Forcados de Lisboa viajam hoje para Portugal.

Fotos D.R.


Ontem, sábado: 3.809 leram o "Farpas"

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sábado, 20 de dezembro de 2014

Em 2015: Maestro Paulo Caetano comemora 35 anos de alternativa




O Maestro Paulo Caetano (foto de cima) comemora na próxima
temporada o 35º aniversário da sua alternativa (foto da direita), recebida numa Corrida TV em Santarém e apadrinhada por D. José João Zoio, com o testemunho de Manuel Jorge de Oliveira - e pode comemorá-los toureando.
"Não posso deixar de confessar que tenho vontade de comemorar a tourear, mas tenho que esperar para ver como está o físico e os cavalos. Decidirei no primeiro trimestre do próximo ano", diz-nos o cavaleiro.
Quanto a seu filho, João Moura Caetano (foto da esquerda), que esta temporada foi visto em menos praças, o futuro apoderamento "ainda não está fechado com ninguém, mas não quer dizer que não venha a ser renovado com João Pedro Bolota", adianta Paulo Caetano, considerando que "ainda é cedo para pôr as coisas em marcha, vamos aguardar pelo início do ano para tomar decisões".

Fotos Emílio de Jesus e D.R.


O processo de Lousada: dois anos depois, "a verdade foi recolocada"



Dois anos depois dos incidentes que marcaram a (não) realização de uma corrida agendada para 28 de Julho de 2012 em Lousada, a verdade "foi recolocada". João Oliveira (foto ao lado), um pseudo-empresário entretanto desaparecido de cena, era o organizador dessa tourada em parceria com uma associação local. O espectáculo foi cancelado, os ânimos dos aficionados que tinham adquirido o seu bilhete exaltaram-se e o organizador culpou Ricardo Levesinho (foto de cima), ao tempo apoderado do cavaleiro Pedro Salvador, de ter sido o responsável pela não realização da corrida, acusando-o ainda de "roubo de mil euros", referentes a despesas pagas pela deslocação do toureiro.
"Após o Sr. João Oliveira me ter chamado ladrão e depois de ter esperado desde aí e ter gasto demasiado dinheiro na Justiça, graças a Deus tudo se torna transparente e na base da verdade", afirma Ricardo Levesinho.
Depois de não ter comparecido na primeira audiência do julgamento do processo que lhe interpôs Levesinho, Oliveira foi detido para comparência na segunda e acabou por formular um "pedido de desculpas solene" ao queixoso "por o ter ofendido e classificado com adjectivos inaceitáveis". Na sequência desse pedido de desculpas e depois de Oliveira ter "assumido o erro cometido" também ter retirado o processo que movera ao apoderado e empresário, Ricardo Levesinho retirou a queixa, "mesmo acedendo a não receber qualquer compensação monetária", por entender "ter ficado o meu bom nome limpo de infâmias e de classificações absurdas".
"Demorou e custou muito dinheiro, mas graças a Deus e à racionalidade dos homens, a verdade foi recolocada e o meu bom nome devidamente salvaguardado, pois os adjectivos então utilizados foram totalmente inaceitáveis", diz-nos Ricardo Levesinho.

Fotos D.R.

O filme: Gala de Natal das Famílias Fadistas no Campo Pequeno (dia 26 na RTP)

Manuel da Câmara, António Pelarigo e António PInto Basto nos corredores
do Campo Pequeno, momentos antes do início da Gala Fadista que no próximo
dia 26 todos vão poder ver na RTP
Momentos nos bastidores: Pali Cid, Manuel da Câmara e José Cid
Um cenário de bom gosto
Três grandes músicos em palco: Luis Petisca, Armando Figueiredo e Vasco César
Júlio Isidro foi o apresentador da Gala de Natal das Famílias Fadistas
A Família Noronha abriu a noite na passada quinta-feira no Campo Pequeno.
A praça encheu para ouvir cantar o Fado
Margarida de Noronha foi a primeira fadista em palco e deu o mote para uma
noite única em que se exaltou a Família, o Natal e, sobretudo, o Fado bem cantado
Francisca de Noronha: bonita voz
Maria Ana de Noronha cantando sob o olhar atento de seu Pai
Muitos anos, muito fado, sempre um Grande Senhor e aquela voz: António
de Noronha
Maria da Graça de Noronha: o fado aristocrático no seu melhor estilo
Quem sai aos seus... Francisca, Margarida e Maria Ana de Noronha
Júlio Isidro com a Família Noronha, descendentes directos da grande Diva, Maria
Teresa de Noronha
Gustavo Pinto Basto: um castição à moda antiga!
Egas Pinto Basto tem alma e canta com sentimento
O público aplaudiu aos primeiros acordes quando António Pinto Basto cantou
o seu mais célebre tema, "Rosa Branca"
Egas e Gustavo Pinto Basto levaram o Campo Pequeno ao rubro quando cantaram
"Avé Maria" de Frei Hermano da Câmara
António Pinto Basto e os filhos em versão cubana: fantásticos!
A actuação da Família Pinto Basto foi um dos momentos grandes da noite
António Pinto Basto com os quatro filhos
António Pelarigo: o fadista de Santarém lança-se ao fim de 40 anos como amador
O "vinho do Porto" do Fado, cada vez melhor: João Ferreira Rosa. Com que voz!
Matilde Cid cantou - e bem - dois fados a abrir a entrada em cena da Família Cid
Paula Varela Cid: há quanto tempo a não ouvíamos!
Pali Cid, filha da saudosa e grande poetisa Maria Manuel Cid, cantou e encantou
Pali Cid e José Cid: primos cantaram a duo fado com letra de Maria Manuel Cid
Todos gostamos muito mais de o ouvir cantar "A Rosa que te dei" e os "20 anos",
mas a verdade é que José Cid também tem alma fadista... e que alma!
Natal: a ilustre Família Câmara
José da Câmara exaltou Portugal num fado do seu último cd: "Este país vale
a pena, alguns que cá estão é que não interessam..."
, afirmou o fadista
Manuel da Câmara em dueto com a sobrinha Teresa
Manuel da Câmara dedicou o fado "Bandeira Azul e Branca" aos duques
de Bragança
D. Vicente da Câmara com os netos José Maria, Teresinha e Teresa
Filhos de peixe: José e Manuel da Câmara à desgarrada com o Pai
Lisboa calou-se para o ouvir cantar: D. Vicente melhor que nunca!
Câmaras: filhos e netos ouvindo o patriarca
A voz: D. Vicente da Câmara, ainda e sempre, o Nº1 do Fado!
Dinastia: D. Vicente da Câmara com seus filhos Manuel e José e a neta Teresa
Apoteose final: as Famílias Fadistas todas em palco
Na primeira fila, a Drª Paula Mattamouros (administradora do Campo Pequeno) e
sua Família, Bernardo Mesquitella (o fantástico organizador deste magnífico
espectáculo), D. Isabel e D. Duarte de Bragança e Ana de Alvarenga
No final, cantaram todos "A Moda das Tranças Pretas": António de Noronha,
D. Vicente da Câmara, José Cid, João Ferreira Rosa, Manuel da Câmara, António
Pelarigo, José Maria da Câmara (filho de Manuel) e António Pinto Basto
Grandes Senhores do Fado: António de Noronha, D. Vicente da Câmara,
José Cid, João Ferreira Rosa e Manuel da Câmara
Último acto: ovação do público e dos próprios fadistas aos três incansáveis
e fantásticos músicos que não tiveram parança ao longo da noite! Fadistas!

Fotos M. Alvarenga e D.R.