sábado, 30 de maio de 2020

Presidente e ministra da Cultura vão 2ª feira ao Campo Pequeno ao show do comediante Bruno Nogueira


O Presidente da República e a ministra da Cultura já asseguraram que vão estar na próxima segunda-feira, 1 de Junho, no Campo Pequeno no show do comediante Bruno Nogueira que marca o regresso dos espectáculos ao vivo depois do confinamento.
Marcelo Rebelo de Sousa esteve pela primeira vez na praça do Campo Pequeno, como Presidente da República, há dois anos num evento de cariz religioso e voltou depois num espectáculo musical - mas a uma corrida de toiros nunca se dignou assistir. Na foto, quando falava com Rui Bento, ao tempo Director de Actividades Tauromáquicas da primeira praça de toiros do país.
O Presidente foi várias vezes convidado pela anterior empresa do Campo Pequeno para estar presente em corridas de toiros em datas significativas para a praça, nomeadamente na corrida comemorativa do 125º aniversário da sua inauguração e na Gala à Antiga Portugesa transmitida pela RTP, mas nunca ali marcou presença.

Foto D.R.


13 de Junho: um dia de campo imperdível no Centro Equestre António Ribeiro Telles



Deputadas com máscaras de tecido de jaquetas de forcados



Exemplar! Sem complexos e num gesto de apoio à Tauromaquia - que se aplaude e recconhece - as deputadas Fernanda Velez (foto de cima) e Ana Rita Bessa (foto ao lado) usaram ontem máscaras na audição da PróToiro na Comissão de Cultura com os tecidos das jaquetas, respectivamente, do Grupo de Forcados Amadores da Chamusca e do Grupo de Forcados do Aposento da Chamusca.
A deputada do PSD, Fernanda Velez, usou uma máscara com tecido da jaqueta do GFA da Chamusca, em homenagem à tauromaquia.
Também a deputada do CDS, Ana Rita Bessa, membro da comissão, que participou na audiência por videoconferência, tinha uma máscara do Aposento da Chamusca.

Fotos D.R.

Desinfeções Anti-Vírus - Serviço 24h em todo o país



Pablo Aguado e Cuqui de Utrera em tenta na Galeana



Os matadores espanhóis Pablo Aguado (nova estrela de Sevilha) e Cuqui de Utrera (nas fotos de cima e, ao lado, com o ganadeiro Joaquim Grave) tentaram ontem na Herdade da Galeana, o templo da ganadaria Murteira Grave (Granja).
Mais uma tarde de bom toureio frente a excelentes reses da histórica divisa alentejana.

Fotos D.R./@Murteira Grave

CMTV voltou a esquecer programa sobre Tauromaquia...



Ruben matou Beatriz, Beatriz foi morta por Ruben, Beatriz tinha 23 anos, Beatriz estudava psicologia e Ruben também, mas queria ser pianista, o avô diz que nunca teve um namorado e voltamos a ouvir a entrevista do avô umas cem vezes ao dia, e o corpo de Beatriz foi encontrado no Tejo e mostram-nos vezes sem fim o corpo a ser transportado para uma ambulância e o texto é sempre o mesmo e depois mostram-nos outra vez o peito de uma vizinha e ouvimos a voz da senhora sem lhe ver a cara e voltam a dizer que Ruben matou Beatriz e que Beatriz foi morta por Ruben e que Beatriz tinha 23 anos e falou com a mãe ao telefone eram nove da noite e depois não deu mais sinais de vida e voltam a dar a entrevista do avô e depois vem outra vez a vizinha sem rosto e de que só mostram os peitos e o corpo de Beatriz foi encontrado no Tejo e Ruben tentou matar-se na cela da Polícia Judiciária e agora está no Hospital de São José e era obcecado por Beatriz e Beatriz era de Elvas e Ruben matou Beatriz e Beatriz foi morta por Ruben e tinha só 23 anos...
Foi assim, uma vez mais, ontem, o dia inteiro de emissões na CMTV. E depois veio o programa da bola. E voltaram a não dizer nada sobre o programa que abordava a Tauromaquia e estava para ser emitido na quarta-feira e depois na quinta e depois da sexta, ontem, mas voltou a não aparecer...
Enfim...

Fotos CMTV

Francisco Palha vai distribuir mil máscaras de protecção



"Segurança, nossa e de todos! É assim que vamos lentamente dar início a uma temporada diferente, mas tanto para nós, profissionais, como os aficionados, merecem ter o seu reinício! Novidades em breve! Momentos que ainda vão ser mais especiais" - anuncia o cavaleiro Francisco Palha nas redes sociais. 
O toureiro irá distribuir 1.000 máscaras de protecção individual!

Fotos D.R.

Ontem, 6ª feira: 7.972 leram o "Farpas"



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sexta-feira, 29 de maio de 2020

Camacho Nunes Recuperação de Crédito - Experiência, Honestidade, Rapidez, Competência

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Como a PróToiro defendeu o sector esta manhã na Assembleia da República



Publicamos na íntegra a comunicação que a PróToiro, através de Hélder Milheiro e Nuno Pardal, fez esta manhã aos grupos parlamentares na Comissão de Cultura e Comunicação na Assembleia da República

Srª Presidente, 
Senhoras e Senhores deputados,

Começo por explicar que a PróToiro é a Federação que agrega os stakeholders da cultura tauromáquica e é a sua representante oficial. É constituída pelas associação Nacional de Toureiros, Associação Portuguesa de Empresários Tauromáquicos, a Associação Nacional de Grupos de Forcados, a Associação Portuguesa de Criadores de Toiros de Lide, a Associação de Tertúlias Tauromáquicas de Portugal e a União das Misericórdias, como maior proprietária de praças de toiros em Portugal.

O sector da cultura, onde se insere a Tauromaquia (Decreto-lei nº 23/2014), e tutelada pelo Ministério da Cultura, não é um luxo mas um sector gerador de riqueza e emprego com um papel social muito importante, pelo que se exige uma atenção adequada a este setor, ainda mais com os graves impactos da pandemia do Covid 19.

As Touradas são uma das criações mais originais e autênticas da cultura portuguesa e uma das poucas áreas culturais que não têm programas de apoio. Incorporam quase 100% de mão de obra nacional. Exportam cultura portuguesa, contribuindo para a divulgação da nossa cultura no estrangeiro e para o equilíbrio da balança comercial. Fomentam o turismo e têm de um impacto económico directo e indirecto de muitos milhões de euros, criando emprego e riqueza, muitas vezes em regiões deprimidas do interior, além de impostos para o Estado.
Entre as diferentes modalidades que a compõem, práticas sociais, eventos festivos e rituais, a importância deste sector traduz-se no número significativo de espectadores, que só em 2019 atingiu perto de 500 mil espectadores.
 
Sabemos também que esta indústria move anualmente cerca de 3 milhões de participantes na globalidade dos eventos tauromáquicos (espectáculos tauromáquicos em praças de toiros e tauromaquias populares, ou de rua) tendo um ciclo de impacto económico directo e indirecto muito amplo, ligado a zonas deprimidas, fazendo a ponte entre o mundo rural e urbano, apesar do consumo do produto ser na sua grande maioria urbano.

Mas como chegámos aqui? 

A primeira referência documental a uma prática tauromáquica reporta-se ao segundo rei de Portugal, D. Sancho I (1154 -1211), nas Inquirições de D. Afonso III, onde surge referido que o monarca “alanceava toiros numa alminha, em Lamego”.

Com origem na caça e na preparação do homem e do cavalo para a guerra, evoluíram ao longo do tempo. Celebrar nascimentos ou bodas reais, recepções a chefes de estado estrangeiros, festas patronais e religiosas…qualquer evento social relevante na sociedade portuguesa, era sempre acompanhado das “Funções de toiros” como então se chamavam, onde este animal mítico e simbólico, o toiro, o animal mais representado na arte rupestre do Vale do Côa, ou em Lascaux, Altamira…o próprio mito fundacional da Europa nasce do rapto desta por Zeus transformado em Toiro.

Estas práticas taurinas vinham já de antes da fundação de Portugal, sendo impossível definir a data do seu inicio. Desde a origem da nacionalidade que se realizavam eventos taurinos nas principais praças públicas da cidades e vilas de Portugal, onde se montavam praças, tipicamente com formas quadradas, feitas em madeira, que eram desmontadas posteriormente aos festejos. Em Lisboa, por exemplo, até ao final do século XVIII, essas corridas realizavam-se Terreiro do Paço e no Rossio. Em Viana do Castelo, no século XVII, realizavam-se na actual Praça da República, em Évora na Praça do Giraldo. Assim era em todo o país, de norte a sul, passando pelas Ilhas.

O mundo da tauromaquia portuguesa é muito diverso e único no mundo. Além de corridas de toiros portuguesas, baseadas no toureio equestre, no cavalo lusitano e nos forcados, existem largadas, esperas de toiros, recortadores, garraiadas e vacadas, touradas à corda, capeias arraianas, os celebres toiros de morte de Barrancos e Monsaraz, a vaca das cordas de Ponte de lima e muitas mais manifestações que nasceram do espanto e admiração do Homem pelo Toiro e da coragem de o enfrentar.
As corridas de toiros guardam e espelham em si os séculos da historia de Portugal, são um verdadeiro tesouro cultural, especificamente português e único no mundo. 

Refira-se ainda que uma grande parte dos portugueses (30,3%) afirma-se aficionado e a esmagadora maioria (86,7%) aprova a existência de Touradas, sendo indiferente (33,7%) ou respeita a sua existência (22,7%). (Eurosondagem Dez. 2019).
Em Portugal existem cerca de 70.000 hectares de montado e lezíria afetos à criação do Toiro de Lide, áreas de elevado interesse ambiental e ecológico, muitas delas integrantes da Rede Natura 2000 e participantes em programas de recuperação de espécies como o abutre negro ou o lince ibérico. A criação do toiro bravo, espécie salva da extinção e preservada pela Tauromaquia, constitui um património genético a conservar. O toiro bravo é um guardião da biodiversidade, actuando na preservação do montado e da lezíria, com impactos muito importantes na mitigação das alterações climáticas e da desertificação no território nacional, segundo estudo recente do Instituto Superior de Agronomia.
As medidas que tivemos conhecimento para a retoma dos espectáculos a partir de 1 de Junho ainda não permitem realizar eventos lucrativos. Uma temporada tauromáquica anual representa mais de 200 espetáculos tauromáquicos, mais de 1.000 eventos de tauromaquia popular, e se continuarem limitadas as exportações de animais para Espanha e França, ficaremos com 3.000 animais cujo destino é indefinido e o canal alimentar é um canal altamente deficitário para cobrir os custos de produção. Falamos de 6 milhões de euros de impacto directo do setor ganadeiro e mais de 12 milhões de receita de bilheteira.

Comparativamente, uma corrida de toiros teve em 2019 uma média de 2.793 espectadores, enquanto em 2018 (últimos dados disponíveis Pordata) cada sessão e teatro teve 163, de cinema teve 23 e de ópera teve 385. Os portugueses acorrem em massa aos espectáculos tauromáquicos. 

Trata-se, ainda, de um sector socialmente responsável com mais de 20 de espetáculos anuais a reverterem para instituições de caracter social e cerca de 50% das praças de toiros são propriedade de Misericórdias e IPSS. Falamos de um valor superior a 1 milhão de euros. Também no terceiro setor se está e irá reflectir a paragem da Tauromaquia.

Também os municípios, enquanto representantes directos dos territórios e das populações, são os grandes beneficiários das actividades tauromáquicas, representando uma fonte de dinamização, cultural, económica e social desses territórios. De norte a sul, passando pelos Açores, uma média de 80 municípios recebem corridas de toiros anualmente, integrando uma parte destes a Secção de Municípios com Actividade Tauromáquica, da Associação Nacional de Municípios. Esta paragem vai afetar gravemente as economias destas regiões.
Desta forma, tendo em conta toda a envolvente social e económica criada pelo sector, apelamos para que se encontrem medidas de apoio e um caminho para uma solução conjunta capaz de enfrentar as dificuldades previstas na Cultura portuguesa. 
A Ministra da Cultura não respondeu a um único pedido de reunião até hoje, atacou este setor propondo um iva de 23%, note-se 23%, discriminando esta actividade cultural, classificando esta taxa de civilizadora, e por conseguinte 3 milhões de aficionados de incivilizados;  perante esta comissão evitou pronunciar sequer a palavra tauromaquia…
Aquilo que pedimos é um tratamento de igualdade perante a lei. Somos cultura de facto e de jure e queremos ser tratados com o respeito e igualdade que os cidadãos merecem perante a lei, como o define o art 13º da Constituição Portuguesa.
Tauromaquia é uma actividade cultural sazonal que vai de final de março a outubro e, por este motivo, é mais afetada pela paragem total dos espetáculos do que outras atividades culturais.


As largas dezenas de espectáculos já perdidos e mais os que não serão realizados, trará para o sector consequências muito serias e impossíveis de recuperar. Estimamos neste momento um prejuízo de cerca de 4,5 milhões.


Com a impossibilidade de gerar receitas, promotores, ganaderos e toureiros estão já em grandes dificuldades para suportar os seus custos fixos, em particular os cavaleiros que tem a seu cargo a alimentação e manutenção dos cavalos, a sua preparação técnica e artística, as equipas de tratadores, veterinários entre muitos outros, com um valor bastante elevado.


Para esta temporada, a preparação da produção de espetáculos tauromáquicos, já foi iniciada há largos meses e a sua não realização acarreta avultados prejuízos em investimentos perdidos e reduções drásticas de receitas.


Uma corrida de toiros integra cerca de 170 intervenientes diretos, ou seja, 170 famílias que dependem da sua realização.

Toureiros, Forcados, ganaderos, empresários, pessoal técnico, campinos, artesãos, alfaiates, ferradores, veterinários e tantos outros, todos são fundamentais para a existência da cultura taurina.

 Todos estes empregos e cadeia de valor estão em verdadeiro risco.


Recentemente 1800 artistas e profissionais tauromáquicos vieram publicamente, em carta aberta à Senhora Ministra da Cultura, mostrar as suas preocupações com a sustentabilidade do setor perante esta crise e a total falta de apoio do ministério que os tutela.


Carta aberta porque não conseguimos chegar de outra forma à senhora ministra, que trata a tauromaquia, atividade da sua tutela, com total desprezo e discriminação.

Proteger e valorizar o património cultural do povo português, é a que esta obrigada, pela constituição, a Senhora ministra da Cultura e não pela ditadura do seu próprio gosto.


Somos talvez a única atividade cultural sem qualquer subsídio do ministério e que ate é auto-sustentável.


Não exigimos nada a mais, exigimos pelo menos igualdade de tratamento e oportunidades das restantes expressões culturais.

 Exigimos respeito, pela história, pelo presente e pelo futuro desta atividade secular que ate é um produto 100% nacional.


Que medidas estão pensadas e reservadas para nós? Qual o plano que o Estado e a Senhora Ministra têm para a reativação e retoma do nosso sector?


A sobrevivência dos artistas assim como o bem estar dos seus animais são uma verdadeira preocupação para nós e estou em querer que para alem dos partidos que tradicionalmente são a favor da liberdade cultural, PAN e BE pelo menos nos apoiam neste último ponto e com toda a certeza irão se juntar a nós para encontrarmos a melhor solução.


Para além do drama social e económico que esta paragem está a trazer diretamente aos artistas, também o seu Fundo de Assistência está a sofrer elevados prejuízos.


O Fundo de Assistência dos Toureiros Portugueses é uma instituição reconhecida pelo Estado Português, que não só segura o risco de acidentes dos artistas no activo como também é uma obra social que protege toureiros reformados, viúvas, órfãos e educação dos descendentes.


Este Fundo depende da contribuição de donativos por espetáculo dada pelos artistas. Com a atividade parada e a arrancar condicionada, será um prejuízo enorme nas reservas do Fundo e está em risco a assistência social que o Fundo desempenha.



Pode ver aqui o vídeo da audição da PróToiro na Comissão de Cultura, que decorreu esta manhã:
https://www.facebook.com/watch/?v=255179882489493
Se preferir pode baixar o video em:
https://wetransfer.com/downloads/4bc96279fe3c9fc98e6d6daab4d9380720200529162705/3d3c6e1a9d45534de85fe744ae98016520200529162739/43bbb4

Fotos ARTV/Canal Parlamento

Lisboa: centros comerciais não reabrem na 2ª feira


O primeiro-ministro, António Costa, disse esta sexta-feira após Conselho de Ministros que se verifica uma "estabilização" nos casos de covid-19 em Portugal.
"O número de casos positivos mantém-se essencialmente estável, ou seja, apesar de estarmos a testar mais temos menos casos positivos", explicou.
O número de pessoas em cuidados intensivos tem vindo a diminuir e o número de recuperados tem vindo a aumentar, disse o primeiro-ministro.
"As medidas de desconfinamento não têm tido um impacto negativo", frisou Costa.
No entanto, na área metropolitana de Lisboa, até à quinta-feira da próxima semana, dia 4 de Junho, vão permanecer encerrados os centros comerciais e lojas do cidadão.
Deixa de ser obrigatório o teletrabalho sempre que possível, e passa a depender de acordo entre a entidade patronal e o trabalhador. Continua a ser obrigatório para doentes imunodeprimidos e doentes crónicos, pessoas com deficiência superior a 60% ou pais com filhos menores de 12 anos ou com deficiência em casa.


Reabrem todas as lojas com área superior a 400 m2, lojas e restaurantes em centros comerciais e desaparece o limite de lotação máxima de 50% nos restaurantes, mantendo-se o distanciamento mínimo de 1,5m. Os restaurantes podem manter a lotação reduzida a 50% ou podem adoptar as novas regras, que obrigam ao uso de "barreiras impermeáveis" entre clientes, como acrílicos.
Salas de espetáculos (onde à partida se incluem as praças de toiros) poderão retomar a atividade na segunda-feira desde que sejam cumpridas as normas definidas pela DGS.
Reabre o ensino pré-escolar e generaliza-se a abertura das creches. Mantém-se a reabertura da época balnear a 6 de junho.
Está autorizada a reabertura dos ginásios a partir de segunda-feira, dia 1 de Junho, com novas regras definidas pela Direcção-Geral de Saúde.
O Estado de Calamidade foi prolongado em todo o país.
As regras para discotecas e bares "não serão revistas nos próximos 15 dias", garantiu o primeiro-ministro.

Fonte: "Correio da Manhã"

Foto D.R./@Campo Pequeno

Nuno Pardal esclarece que "não houve contradição" com Milheiro esta manhã no Parlamento


Nuno Pardal esclarece que "não houve contradição" entre ele e Hélder Milheiro esta manhã na Comissão da Cultura na Assembleia da República, quando ambos apresentaram valores calculados distintos para os prejuízos que o sector tauromáquico teve até aqui com a paragem da actividade.
"Eu abordei os 4,5 milhões como perda estimada actualmente com os espectáculos que foram cancelados e o Hélder Milheiro abordou os 12 milhões como sendo o valor estimado das receitas totais de uma temporada. Falámos de coisas diferentes e não houve contradição", explica o presidente da Associação Nacional de Toureiros, que esta manhã esteve no Parlamento com Hélder Milheiro, secretário-geral da Federação PróToiro para apresentar aos grupos parlamentares dos partidos ali representados as reivindicações do sector para a retoma da actividade e também falar dos prejuízos que esta paragem trouxe aos profissionais das arenas.

Foto ARTV/Canal Parlamento


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Manuel dos Santos é nome de rua nas Olaias (Lisboa)



Miguel Alvarenga - Talvez poucos saibam, mas o inolvidável Manuel dos Santos tem o seu nome numa rua da cidade de Lisboa.
Hoje passei por lá e fotografei a rua e a placa toponímica que a identifica como Rua Manuel dos Santos, com a referência "Toureiro" e as datas do seu nascimento e da sua morte (1925-1973).
É uma rua pouco movimentada, apenas habitacional e com dois ou três estabelecimentos comerciais e fica nas Olaias, na Freguesia de Alto do Pina.

Fotos M. Alvarenga e D.R.

Nuno Pardal estreou-se nas arenas há 32 anos em Monforte



Nuno Pardal, actual presidente da Associação Nacional de Toureiros e do Fundo de Assistência dos Toureiros, estreou-se em público como cavaleiro amador a 2 de Abril de 1988, vão passados 32 anos, na praça de toiros de Monforte.
São desse dia estas fotos (ao lado, o então jovem cavaleiro ladeado por duas grandes figuras, Paulo Caetano e o saudoso Joaquim Bastinhas) que António Velez recordou hoje na sua página do Facebook.
Pardal recebeu depois a alternativa no Campo Pequeno a 4 de Julho de 1991, apadrinhado por Joaquim Bastinhas, com o testemunho de Rui Salvador e dos forcados de Montemor e Vila Franca, frente a toiros do Engº Alberto Xavier.

Fotos Luis Azevedo/Estúdio Z

Covid-19: mais 14 mortos e 350 infectados


O número de mortos e infectados por coronavírus voltou a subir esta sexta-feira. Há 1.383 mortos por coronavírus em Portugal, mais 14 que ontem.
O número de infectados com o vírus, anunciou a Direcção-Geral de Saúde, é agora de 31.946, mais 350 que esta quinta-feira.
A Região Norte continua a ser a mais afectada pela pandemia, com um total de 16.725 infectados e 769 mortos.
Segue-se a região da Grande Lisboa, com 10.643 infectados e 346 óbitos por coronavírus.

A região Centro contabiliza 3.728 casos de infecção e 237 vítimas mortais. A este número segue-se o Algarve, com 366 infectados e 15 mortos e a zona do Alentejo com 259 infectados e um só óbito a registar.
No arquipélago dos Açores há registo de 135 infectados e 15 mortos por coronavírus. Na Madeira registam- se 90 casos confirmados, sem contabilizar vítimas mortais.

Há 18.911 pessoas recuperadas, mais 274. 


O número de mortos por coronavírus continua a ser superior entre as mulheres, sendo 702 as vítimas mortais. Paralelamente, já morreram 681 homens vítimas da covid-19. 
O grupo etário mais afectado pela pandemia é ainda o das pessoas com mais de 80 anos.


O número de doentes internados é de 529, sendo 66 o número de doentes em Unidades de Cuidados Intensivos.

Fonte: "Correio da Manhã"

Foto D.R.

Forcados do Aposento da Moita ajudam Ricardo Levesinho a realizar ainda este ano corridas na praça "Daniel do Nascimento"



O Grupo de Forcados Amadores do Aposento da Moita, que esta semana comemorou o 45º aniversário da sua fundação, anunciou que vai apoiar o empresário da praça da sua terra, Ricardo Levesinho, a implementar todas as medidas de saúde e segurança que sejam necessárias para a realização de corridas na emblemática "Daniel do Nascimento", que por seu turno assinala também este ano o 70º aniversário da sua inauguração.
O grupo de forcados capitaneado por Leonardo Mathias propõe-se ajudar o empresário no trabalho de delineamento de lugares na praça, pintura, colocação de álcool gel em todas as portas e bares e outras tarefas que sejam necessárias.
"Por vezes um pequeno gesto destes pode motivar e incentivar os empresários a avançarem com corridas neste ano tão complicado. Não deixem de o fazer, se é que não o fizeram já, com os empresários das praças da vossa terra. Vamos ajudá-los e motivá-los! Penso que todos nós queremos voltar a pegar rapidamente" - apela o cabo Leonardo Mathias.

Fotos D.R. e Maria Mil-Homens

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Representantes da PróToiro foram ao Parlamento dizer de sua justiça



A Federação PróToiro esteve esta manhã na Assembleia da República numa sessão na Comissão de Cultura e Comunicação, que ouviu também hoje o Movimento pelos Profissionais das Artes Perfomativas, a Associação de Defesa das Empresas e Artistas de Circo Portugueses e ainda a Associação Portuguesa de Defesa de Obras Audiovisuais.
Representaram a PróToiro neste acto o secretário-geral da federação, Hélder Milheiro (foto de cima) e o presidente da Associação Nacional de Toureiros, Nuno Pardal (foto ao lado), que expuseram, em elucidativas intervenções, os problemas que afectam os profissionais do sector desde que há três meses a actividade parou em virtude do surto da pandemia.
Hélder Milheiro, num discurso claro e didáctico, enunciou os princípios da tauromaquia e a importância que a arte tem nas festas populares e religiosas que se realizam por todo o país, recordando que o espectáculo tem uma adesão de meio milhão de espectadores em praças de toiros e de três milhões nas manifestações de rua denominadas tauromaquias populares.
Nuno Pardal falou sobretudo da importância social do Fundo de Assistência dos Toureiros, a que preside e das muitas dificuldades consequentes da paragem da actividade do sector.
Um e outro apresentaram números calculados dos prejuízos que sofreu o sector tauromáquico com a paragem neste período de crise e aí os dados que apresentaram não coincidiram. Pardal evocou um prejuízo de 4,5 milhões e Milheiro apontou para um valor bem superior próximo dos 12 milhões.
Os dois representantes da PróToiro foram unânimes em considerar que a reabertura das praças de toiros com a utilização de apenas 50% das lotações, sem apoios estatais, não é suficiente para garantir a rentabilidade do espectáculo.
Estiveram presentes na sala representantes dos grupos parlamentares do PS, do PSD, do PAN e do CDS (a representante deste partido participou por videoconferência).
Pardal e Milheiro abordaram ainda os termas quentes do Ministério da Cultura e da titular da pasta que se assume declaradamente como anti-taurina, do aumento do IVA no espectáculo para 23% e da descrimimação que o sector continua a ter por parte do Governo, tendo ambos reclamado igualdade para o sector.
A PróToiro entregou aos grupos parlamentares dos partidos ali representados o seu caderno de medidas reevindicativas para a retoma da actividade tauromáquica.

Fotos ARTV/Canal Parlamento

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Centros Comerciais podem continuar encerrados na Grande Lisboa


O Conselho de Ministros vai hoje decidir se autoriza ou não a reabertura dos centros comerciais da região de Lisboa e Vale do Tejo (distritos de Lisboa e Setúbal) na próxima segunda-feira, 1 de Junho..
António Costa esteve ontem reunido com epidemiologistas no Infarmed e o Governo está ainda a reflectir de cria ou não uma zona de excepção para a Grande Lisboa tendo por base a situação preocupante que está a acontecer nesta zona do país com uma taxa de contágio nos 1.01 (R), quando no resto do país está com uma média de 0,99.

Foto D.R./@Campo Pequeno

Toureio a pé em destaque esta noite no directo do "Tauronews"


Foi alterado o painel de entrevistados inicialmente anunciado para a noite de hoje no programa "Em Casa Com..." que é transmitido a partir das 22h00 no Facebook e no YouTube do site "Tauronews".
Estava anunciada a presença dos matadores António João Ferreira, Nuno Casquinha e Joaquim Ribeiro "Cuqui", tendo o primeiro saído. Entram os veteranos Mário Coelho e Eduardo Oliveira e mantêm-se Casquinha e "Cuqui".
Duarte Palha é o entrevistador.
A não perder.

As regras da DGS para os espectáculos culturais



Embora sem referir concretamente as praças de toiros e os espectáculos tauromáquicos (espera-se hoje um esclarecimento mais elucidativo da IGAC), a Direcção-Geral de Saúde deu ontem a conhecer, através desde documento, as regras para o regresso dos espectáculos culturais

A presente Orientação descreve os pontos importantes na prevenção da transmissão da Covid-19 em equipamentos culturais, assim como os procedimentos a aditar perante um caso suspeito de Covid-19.
Nos  termos  da alínea a) do nº  2  do artigo 2º  do  Decreto Regulamentar  nº  14/2012,  de  26  de janeiro, a Direção-Geral da Saúde emite a seguinte Orientação:

I - Preparação prévia à abertura ao público dos equipamentos culturais

1 - Todos os espaços culturais têm de estar devidamente preparados para a abordagem de casos suspeitos de COVID-19, assim como para prevenir e minimizar a transmissão desta doença, através da ativação e atualização dos seus Planos de Contingência.
2 - O Plano referido no ponto anterior deve contemplar, entre outros, a definição de uma área de isolamento e  os  circuitos  necessários  para  chegar  e  sair  da  mesma,  assim  como  os procedimentos a efetuar perante um caso suspeito de COVID-19.
3 - Todos os  colaboradores  devem  ter  conhecimento,  formação  e  treino  relativamente  ao Plano,  incluindo  o reconhecimento de  sinais  e  sintomas  compatíveis  com COVID-19,  de acordo  com  a  Norma  004/2020  da  DGS,  e  as  medidas  de  prevenção  e  controlo  da transmissão da COVID-19.
4 - Deve ser assegurada a colocação de dispensadores de solução antissética à base de álcool em diversos  pontos  do  equipamento  cultural,  de  fácil  acesso  aos  utilizadores  e  aos colaboradores.
5 - Os utilizadores dos espaços e eventos culturais  devem  ser informados das  medidas de prevenção e controlo da transmissão da COVID-19, através de cartazes ou outros materiais informativos afixados em vários locais visíveis.

II - Medidas gerais

6 - Os equipamentos culturais, integrados ou fiscalizados por serviços e organismos da área da cultura ou municipais devem ter implementadas medidas de distanciamento físico que garantam a separação de 2 metros entre pessoas, com exceção dos locais de permanência para assistência ao espetáculo e filmes cinematográfico, em local coberto ou ao ar livre.
7 - As entradas  e  saídas, sempre  que  exequível,  devem  ter  circuitos  próprios  e  separados, evitando o contacto entre pessoas.
8 - Em espaços fechados, em cumprimento da legislação em vigor, deve ser utilizada máscara por todos  os  utilizadores  e  colaboradores,  excetuando-se  os  membros  dos  corpos artísticos durante a sua atuação em cena.
9 - Sempre que  possível,  as  portas  de  acesso  devem  permanecer  abertas  para  permitir  a passagem de pessoas, evitando o seu manuseamento. Devem ser eliminados ou reduzidos os pontos de estrangulamento de passagem.
10 - As áreas de espera e de atendimento devem ser organizadas por forma a evitar a formação de filas, garantido o distanciamento de 2 metros entre pessoas que não sejam coabitantes, através da sinalização de circuitos e marcações físicas de distanciamento (verticais ou com marcação no chão, por exemplo).
11 - A permanência  nos  locais  de  atendimento  deve  ser  limitada  ao  tempo  estritamente necessário à realização do atendimento ou à aquisição ou prestação do serviço.
12 - Os postos de atendimento devem, preferencialmente e se possível, estar equipados com barreiras de  proteção  (ex.:  acrílico).  Se  não  por  possível  a  instalação  de  barreiras  de proteção, o atendimento não deve ser realizado a menos de 2 metros. Se o atendimento for realizado a menos de 2 metros, o colaborador deve estar equipado com máscara.
13 - O contacto  com  objetos  que  estejam  na  posse  dos  utilizadores,  tais  como  telemóveis, bilhetes ou cartões, deve ser evitado. Sempre que o mesmo seja indispensável, deve ser realizada a higienização das mãos antes e depois do contacto.
14 - Devem ser  evitadas  a  disponibilização  e  entrega  de  folhetos  ou  outros  objetos  não essenciais.   Se   necessário,   deve   recorrer-se   a   cartazes,   guias   ou   outros   elementos disponibilizados por via digital.
15 - Deve ser reforçada e dada preferência à compra antecipada de ingressos por via eletrónica e aos pagamentos por vias sem contacto, através de cartão bancário ou outros métodos similares.
16 - Sempre que  existam,  devem  ser  minimizados  os  pontos  de  concentração/foco  dos visitantes,     como     os     equipamentos     interativos,     preferencialmente     desativando equipamentos que necessitem ou convidem à interação.
17 - Os espaços,  equipamentos,  objetos  e   superfícies  devem  ser  limpos  e  desinfetados periodicamente,  conforme  a  sua  frequência de  utilização,  de  acordo  com  a  Orientação014/2020  da  DGS.  Os  objetos  e  superfícies  de  toque  comum  e  regular  (ex:  corrimãos,maçanetas   das   portas   e   botões   de   elevador)   devem   ser   desinfetados   com   maior regularidade.
18 - A manutenção dos sistemas de ventilação deve ser garantida e o seu funcionamento deve ser efetuado sem ocorrência de recirculação de ar.
19 - As instalações  sanitárias  devem  ser  devidamente  desinfetadas  em  cada  limpeza.  A frequência das limpezas deve ser efetuada de acordo com a Orientação 014/2020 da DGS, podendo necessitar de maior periodicidade, dependendo da utilização.
20 - Os terminais   de   pagamento   automático   (TPA),   equipamentos,   objetos,   superfícies, produtos, e  utensílios  de  contacto direto com  os  clientes  devem  ser  desinfetados  após cada utilização ou interação.
21 - As máquinas de venda automática de bilhetes só devem estar em funcionamento se for possível garantir a limpeza e desinfeção dos locais de toque, entre utilizadores, e deve ser um ponto de disponibilização de solução antissética à base de álcool.
22 - Os colaboradores devem efetuar a automonitorização diária de sinais e sintomas e abster- se de ir trabalhar se surgir sintomatologia compatível com COVID-19. Devem contactar o SNS 24, ou outras linhas criadas para o efeito, de acordo com a Norma 004/2020 da DGS.
23 - Os utilizadores que tenham sintomatologia compatível com COVID-19 devem abster-se de frequentar os equipamentos culturais.

III - Medidas específicas

24 - O cumprimento  das  medidas  específicas  não  exclui  a  necessidade  de  observância  e cumprimento das medidas gerais de prevenção e controlo da infeção, elencadas no ponto II.
25 - Os estabelecimentos de restauração e bebidas, integrados nos equipamentos culturais ou fiscalizados pelos  organismos  do  Ministério  da  Cultura,  devem  seguir  o  aplicável  da Orientação 023/2020 da DGS.

III - 1. Salas de espetáculos, de exibição de filmes cinematográficos e similares 

26 - A ocupação dos lugares sentados deve ser efetuada com um lugar livre entre espectadores que não  sejam  coabitantes,  sendo  a  fila  anterior  e  seguinte  com  ocupação  de  lugares desencontrados.
27 - Nas salas  de  espetáculos  ou  similares  com  palco,  não  devem  ser  ocupadas  as  duas primeiras filas junto ao palco ou, em alternativa, deve  ser garantida a distância de pelo menos 2 metros entre a boca de cena e a primeira fila ocupada.
28 - Os camarotes devem ser ocupados por coabitantes quando tenham 6 ou menos lugares.
29 - Os camarotes com lotação superior a 6 lugares devem ser ocupados, garantindo as regras aplicáveis no ponto 266.
30 - Os lugares de galeria só podem ser utilizados com lugares sentados.
31 - A entrada dos espectadores na sala deve ser realizada por ordem de fila e de lugar, no sentido do lugar mais afastado da entrada para a entrada, evitando o cruzamento entre espectadores.
32 - A saída dos espectadores da sala deve ser realizada, de preferência, por local diferente da entrada, no sentido do lugar mais próximo da saída para a saída, evitando o cruzamento entre espectadores.
33 - As cenas e os espetáculos realizados ao vivo (ex.: peças de teatro, orquestras) devem ser adaptadas, sempre  que  possível,  de  forma  a  minimizar  o  contacto  físico  entre   os envolvidos.
34 - As orquestras não podem atuar no fosso ou poço da sala de espetáculos.
35 - Os coralistas devem apresentar-se na mesma fila, sempre que possível;
36 - Os coralistas  devem  manter-se  afastados  dos  instrumentistas,  pelo  menos  2  metros, sempre que possível;
37 - O distanciamento físico de  2 metros deve  ser  assegurado entre  os instrumentistas que executem instrumentos de sopro, e 1,5 metros entre os restantes instrumentistas.
38 - Deve ser evitada a partilha de instrumentos, objetos e acessórios durante os ensaios e as atuações.
39 - Os intervalos,   sempre   que   possível,   devem   ser   evitados   ou   reduzidos   ao   mínimo indispensável, de forma a evitar a deambulação de espectadores.
40 - Caso não exista alternativa, a utilização dos balneários pelos corpos artísticos e equipas técnicas, deve  garantir,  sempre  que  possível,  o  distanciamento  físico  de  pelo  menos  2 metros entre os utilizadores, evitando a sua utilização simultânea por vários utilizadores.

III - 2. Livrarias, Arquivos e Bibliotecas

41 - A lotação máxima deve ser definida de forma a garantir o distanciamento físico entre os visitantes, reduzindo a mesma para 50% nas salas de leitura e 1 visitante por 20 m2 no interior do estabelecimento.
42 - Devem ser  atribuídos  lugares  reservados  nas  salas  de  leitura,  de  forma  a  manter  o distanciamento  de  pelo  menos  2  metros  entre  pessoas  que  não  sejam  coabitantes, podendo  as  salas  de  leitura  /  consulta  de  continuação  só  estar  disponíveis  mediante marcação prévia.
43 - A consulta de livros ou documentos de forma continuada deve ser efetuada apenas nos locais destinados para o efeito, com garantia de distanciamento físico.
44 - Se houver  espaços  ou  áreas  destinadas  ou  que  convidem  à  leitura  sem  garantia  de separação e distanciamento físico entre visitantes, excetuando-se as salas definidas para o efeito, estas devem ser encerradas e o mobiliário (ex.: bancos, cadeiras, entre outros) deve ser retirado.

III - 3. Museus, Palácios, Monumentos e similares

45 - A lotação máxima deve ser definida de forma a garantir o distanciamento físico entre os visitantes, reduzindo a mesma para 1 visitante por 20 m2.
46 - A entrada  de  pessoas  deve  ser  efetuada  de  forma  individual  e  espaçada,  de  forma  a garantir o distanciamento de pelo menos 2 metros entre pessoas, excetuando-se pessoas que sejam coabitantes.
47 - Se necessário, podem ser instituídos limites temporais de entrada e de visita, adaptados à dimensão do  equipamento  cultural,  de  forma  a  evitar  a  concentração  de  pessoas  no interior e à entrada do mesmo.
48 - Deve ser criado ou reforçado um circuito formal de visita, preferencialmente com circuitos de sentido único (limitando a visita de espaços exíguos e minimizando o cruzamento de visitantes em pontos de estrangulamento).
49 - A concentração de pessoas nos diversos pontos de visita do equipamento cultural deve ser evitada e deve ser reforçado o cumprimento do distanciamento físico. Se necessário, pode ser reforçada a vigilância dos diversos espaços interiores.

III - 4. Programação ao Ar Livre
  
50 - Os recintos de espetáculo devem estar devidamente delimitados, permitir o acesso apenas aos titulares de bilhete de ingresso, ainda que o espetáculo seja de acesso gratuito, não sendo permitida a entrada física sem controlo por colaborador técnico do espetáculo.
51 - O período  de  entradas  e  saídas  do  público deve  ser  alargado,  para  que  a  entrada dos espectadores possa ser desfasada, cumprindo as regras de distanciamento.
52 - Os lugares devem estar previamente identificados (ex. cadeiras, marcação no chão, outros elementos fixos), dando preferência a lugares sentados,  cumprindo um distanciamento físico entre espectadores de 1,5 metros.
53 - Se existir palco, deve ser garantida uma distância mínima de pelo menos 2 metros entre a boca de cena e a primeira fila de espectadores.
54 - As cenas e os espetáculos realizados ao vivo (ex.: peças de teatro, orquestras) devem ser adaptadas, sempre  que  possível,  de  forma  a  minimizar  o  contacto   físico  entre   os envolvidos.
55 - Deve ser evitada a partilha de instrumentos, objetos e acessórios durante os ensaios e as atuações.
56 - Os intervalos,   sempre   que   possível,   devem   ser   evitados   ou   reduzidos   ao   mínimo indispensável, de forma a evitar a deambulação de espectadores.
57 - Caso não exista alternativa, a utilização dos balneários pelos corpos artísticos e equipas técnicas, deve  garantir,  sempre  que  possível,  o  distanciamento  físico  de  pelo  menos  2 metros entre os utilizadores, evitando a sua utilização simultânea por vários utilizadores.

IV - Procedimentos perante Caso Suspeito

58 - Se for detetado um caso suspeito, de acordo com os sinais e sintomas presentes na Norma 004/2020  da  DGS,  este  deve  ser  encaminhado  por  um  só  colaborador  para  a  área  de isolamento  através  dos  circuitos  definidos  no Plano  de Contingência,  garantindo que  o mesmo é portador de máscara.
59 - Na área de isolamento, deve ser contactado o SNS 24, de acordo com a Norma 004/2020 da DGS,  dando  cumprimento  às  indicações  recebidas.  Simultaneamente,  devem  ser cumpridos  os  procedimentos  definidos  no  Plano  de  Contingência  e,  se  aplicável,  os procedimentos de limpeza e desinfeção, de acordo com a Orientação 014/2020 da DGS.

Foto D.R.