terça-feira, 8 de setembro de 2026

Tudo a postos para a grande corrida desta tarde em Don Benito

Grande ambiente e tudo a postos em Don Benito (Badajoz) para a grande corrida mista desta tarde, por ocasião do Dia da Extremadura, uma promoção do dinâmico empresário Joaquín Domínguez que, como noticiámos esta manhã, terá a partir das 17h30 (hora de Portugal) transmissão em directo pelo Canal Extremadura, onde é comentador o nosso compatriota Luis Filipe Cochicho.

Em Don Benito, encontra-se já o nosso companheiro Fernando José (na foto de baixo, com o empresário Joaquín Domínguez).

Actuam o rejoneador Diego Ventura e os matadores Roca Rey e Ginés Marín, lidando-se toiros das ganadarias Ángel Sánchez y Sánchez, Virgen Maria e Victoriano del Río.

Fotos Fernando José

O nosso companheiro Fernando José com o empresário Joaquín Domínguez


Os últimos retoques para a transmissão em directo pelo Canal
Extremadura a partir das nossas 17h30

Ventura, Roca Rey e Marín estão hospedados no Hotel Vegas

João D'Alva e João Mexia a recuperarem de lesões

Jaime AmanteJoão D'Alva (foto de cima), mesmo violentamente volteado em Calasparra no passado domingo, mantêm a sua recuperação com vista a voltar a vestir-se de luces na próxima quinta-feira em Villaseca de La Sagra.

Esta semana deslocou-se a Madrid para nova observação médica. A recuperação decorre positiva mas lentamente.


Também João Mexia (foto de baixo). após exames médicos realizados ontem em Badajoz, tudo aponta para uma possível luxação do tendão quadripte do joelho, contraída na sua recente actuação numa novilhada também em EspanhaAguarda novos exames. 


De momento mantem-se em repouso absoluto de modo a não agravar a lesão. Poderá regressar aos ruedos na ultima semana de Setembro se tudo correr bem.


Para ambos votos de uma pronta recuperação.


Fotos D.R. e M. Alvarenga



É importante que não nos "estejamos nas tintas" para a Barquinha!

Miguel Alvarenga - Perdemos a praça de toiros de Viana do Castelo - e não fomos capazes de fazer nada para o evitar.

Perdemos a praça de toiros da Póvoa de Varzim - e também não fomos capazes de fazer nada, nem sequer de reagir, para evitar que isso acontecesse.

Comemos e calámos. Somos brandos e parece que não sabemos respeitar os costumes.

Perdemos a praça de Albufeira, esta por razões diferentes, porque o antigo e saudoso proprietário a preferiu vender - e também não fizemos absolutamente nada para que as coisas acontecessem de modo distinto. Deixámos andar. Comemos e calámos.

Ficámos sem a tradicional corrida da Benedita e também encolhemos os ombros, deixámos andar...

Agora perdemos, se calhar para sempre, a praça de Montemor-o-Novo e ninguém levantou a voz, salvo duas ou três excepções protagonizadas por antigos forcados em protestos nas redes sociais. Comemos e calámos outra vez.

Reduziram as corridas do Campo Pequeno para apenas quatro e ninguém protestou. Continuámos a viver (e a alimentar) alegremente as noites de tourada na capital como se fossem muitas...

Ao contrário destas tristes anomalias, houve este ano duas excepções: o povo da Terrugem (Elvas) uniu-se, arregaçou as mangas e recuperou a sua praça de toiros, que estava interditada pela IGAC pela necessidade de algumas obras de recuperação e melhoramento; e o empresário Luis Miguel Pombeiro deitou mãos à obra e impediu que também fechasse para sempre a praça de Vila Nova da Barquinha, precisamente aquela onde ele se estreou nos anos 80.

Estava interditada pela IGAC, não dera corridas no ano passado, fizeram-se as obras necessárias, agora está um brilho e pronta para reabrir, o que acontecerá já na próxima sexta-feira 11 de Setembro com uma noite festiva de cartel internacional (cartaz em baixo).

Estivemo-nos todos nas tintas para Viana do Castelo, para Póvoa do Varzim, para a Benedita, para Albufeira, para Montemor, para a redução do número de corridas em Lisboa (qualquer dia serão duas e depois nenhuma). 

É importante que não nos estejamos também nas tintas para a Barquinha. É importante, muito importante mesmo, que marquemos presença nesta sexta-feira.

Se não formos capazes de o fazer, então que ninguém mais volte a chorar lágrimas de crocodilo quando fecharem mais praças. Teremos aquilo que, se calhar, merecemos.

Fotos D.R.



Próximo domingo: Sobral de Monte Agraço é o destino!

Temporada de sucesso na Nazaré com duas noites de lotação esgotada

"Pela segunda vez este ano, a Praça de Toiros da Nazaré voltou a esgotar! Obrigado a todos os que fizeram desta corrida mais uma noite para a História" - assim se expressou nas redes sociais a empresa Doses de Bravura, de Rui Bento, sua Mulher e seus dois filhos, depois de mais um grande sucesso de praça esgotada no passado sábado, na última corrida da temporada, que registara também lotação esgotada na noite de 15 de Agosto na regressada Corrida "Farpas" - que repetiremos em 2027!

Na foto de cima, Rui Bento e sua Mulher, Isabel Viçoso, com o presidente da Confraria de Nossa Senhora da Nazaré, Nuno Batalha, e o jornalista espanhol David Montero.

Fotos Frenando José e D.R./Doses de Bravura




João D'Alva reapareceu (sem muita sorte) em Calasparra

O valente novilheiro luso João D'Alva reapareceu no domingo em Calasparra (Murcia), depois da cornada que sofreu em Cenicientos (Madrid) e apanhou novo susto, desta vez felizmente sem consequências graves, ao ser "atropelado" pelo primeiro novilho da tarde, quando o recebia com uma larga afarolada.

Lidaram-se novilhos de Prieto de la Cal e de Partido de Resina (três de cada divisa), duas ganadarias duras. João D'Alva foi ovacionado no seu primeiro novilho, silenciado no segundo e também silenciado no terceiro, que enfrentou por colhida do mexicano Joaquim Caro, que recolheu à enfermaria ferido pelo terceiro novilho da tarde. O novilheiro espanhol Mariscal Ruiz, deu volta à arena nos dois novilhos que enfrentou.

Registo para um magnífico tércio de bandarilhas a cargo de João D'Alva e de Mariscal Ruiz (foto de baixo) e para a ovação com que o público reconheceu a excelente intervenção do picador português Hélder Nunes, com uma extraordinária sorte de varas.

Fotos D.R.

A última corrida do ano na Nazaré - pela objectiva de Fernando José

Ficam aqui alguns momentos da última grande corrida da fabulosa temporada na praça do Sítio da Nazaré, a sempre emotiva noite da Procissão das Velas, com um momento de Fado a cargo de Teresa Tapadas, que se realizou no último sábado e registou lotação esgotada - terminando em glória o empenhado e muito reconhecido trabalho da empresa Doses de Bravura, de Rui Bento, sua Mulher e seus filhos, na sempre positiva parceria com a Confraria de Nossa Senhora da Nazaré, presidida por Nuno Batalha.

Esta foi, como acima referimos, uma noite de lotação esgotada - a segunda da temporada na Nazaré, depois da Corrida "Farpas" em 15 de Agosto, que também esgotou a lotação da praça. Dois momentos de grande sucesso - a pedir repetição em 2027!

Antecedida pela Procissão das Velas, com a participação especial do Padre Vitor Melícias, que na véspera fora homenageado na corrida de fecho de temporada no Campo Pequeno, esta corrida tradicional de homenagem a Nossa Senhora da Nazaré teve ainda um momento de Fado pela voz da consagrada Teresa Tapadas

Actuaram, como oportunamente aqui contou em pormenor o nosso companheiro Fernando José, os cavaleiros António Ribeiro Telles, Manuel Telles Bastos, Miguel Moura, Parreirita Cigano, António Prates e Paco Velásquez e pegaram os forcados de São Manços, do Aposento da Chamusca e das Caldas da Rainha - noite dura, de grande valentia.

Lidaram-se três toiros de Ribeiro Telles (o último dos quais se inutilizou em praça, sendo substituído pelo sobrero) e três de Passanha, seis toiros de boa nota na generalidade, com especial destaque para o terceiro da ordem, da ganadaria Passanha, um toiro de bandeira, bravo e nobre, com o qual Miguel Moura obteve o triunfo-maior da noite.

Fotos Fernando José



A Procissão das Velas contou com a honrosa participação
do Padre Vitor Melícias

O Fado na bonita voz de Teresa Tapadas



António Telles: o Mestre deu o mote para uma excelente noite
de bom toureio a cavalo



A classe e a arte de Manuel Ribeiro Telles Bastos






Lide de antologia de Miguel Moura a um toiro fantástico da
triunfadora ganadaria Passanha - maioral deu volta à arena



Toureiro de raça e ousadia: triunfo de Parreirita Cigano 



Valor, verdade e irreverência: António Prates levantou o público
das bancadas




Paco Velásquez não teve sorte: o toiro de R. Telles inutilizou-se
e foi substituído por um sobrero complicado com 600 quilos





Noite dura e de grande emoção para os forcados de São Manços,
Aposento da Chamusca e Monsaraz