sábado, 27 de junho de 2026

Obras arrancam na praça de Portalegre

Última Hora - Os empresários Jorge Dias e Samuel Silva (empresa Toiros com Arte) estiveram ontem reunidos com Mariano Costa Pinto (na foto com Samuel), um dos irmãos proprietários da praça de toiros de Portalegre, tendo ficado finalmente acertado entre as partes a decisão de ir para a frente com as obras de total remodelação da trincheira (por exigência da Inspecção-Geral das Actividades Culturais), as quais se iniciarão já na próxima semana, a cargo dos empresários concessionários da adjudicação.

O encontro de ontem entre a Toiros com Arte e o co-proprietário da praça "José Elias Martins" tiveram resultados muito aquém do simples acerto para o arranque das obras necessárias exigidas pela IGAC para autorizar a utilização da praça - ao que sabemos, o projecto de parceria da Família Costa Pinto com Jorge Dias e Samuel Silva está para dar e durar e nos próximos tempos podem surgir grandes novidades para os próximos anos.

O início das obras na próxima semana impossibilita, contudo, a realização da corrida que estava programada para o mês de Julho, mas já permitirá a efectivação da tradicional corrida da Feira das Cebolas, a 12 de Setembro, um mano-a-mano João Moura Jr./Miguel Moura com toiros de Veiga Teixeira.

Fotos D.R.


Hoje em Évora: toiros Silva acima dos... 600 quilos!







João Moura Jr.: "Vou a Vila Franca para marcar a minha posição!"

João Moura Jr. sabe que o regresso de João Salgueiro será um dos momentos mais aguardados da temporada. 

Mas deixa uma mensagem clara: vem a Vila Franca para mostrar porque continua a ser uma das maiores figuras do toureio a cavalo.

No próximo 5 de Julho, a “Palha Blanco” será palco do encontro de duas gerações, reunindo alguns dos maiores protagonistas da tauromaquia.

Ao lado de João Salgueiro e João Moura Jr., estará Borja Jiménez, uma das máximas figuras do toureio mundial, e o grupo de forcados Amadores de Vila Franca de Xira.

Todos os ingredientes estão reunidos para uma tarde histórica, no ano em que a “Palha Blanco” celebra 125 anos de história.

Bilhetes já disponíveis em: www.palhablanco.pt e pelo telefone 927 002 555.

Video www.palhablanco.pt

Muito ambiente, grande entusiasmo: praça cheia no Montijo!

Ventura e António Lopes Cardoso (Apos. Moita), na foto com 
o Provedor da Santa Casa e o Presidente da Câmara, ganharam
os prémios que estavam em disputa: melhor lide e melhor pega

Faltou, e foi pena, a emoção do toiro-toiro, mas sobrou a arte dos toureiros na nocturna de São Pedro que ontem encheu a Monumental do Montijo à antiga, com um cartel de estrelas - Rui Fernandes, Diego Ventura e João Ribeiro Telles.

Lidaram-se seis toiros da ganadaria Ribeiro Telles, escassos de forças e de transmissão, que serviram, mas acabaram por retirar brilhantismo ao labor dos artistas. É pena que estas coisas aconteçam...

Diego Ventura ganhou, pela lide do quinto, o prémio que tinha o nome do saudoso José Samuel Lupi e que estava em disputa para distinguir a melhor actuação a cavalo. Sofreu no primeiro toiro aparatosa colhida e queda, como, aliás, acontecera da última vez em que aqui actuou, felizmente sem consequências graves, mas deu a volta à falta de qualidade do oponente para conseguir agradar ao público - "lutou" com um toiro que não lhe deu opções.

No quinto, certamente picado pelos triunfos de Rui Fernandes, puxou dos seus galões e viu-se o verdadeiro e único Ventura, cavaleiro de uma galáxia estranha e diferente, número-um indiscutível da arte do toureio a cavalo.

Rui Fernandes enfrentou dois toiros que também não tinham a transmissão que se quer e que, por isso, pecaram pela falta de emoção. Mas Rui empregou-se, entregou-se, foi autor de duas lides de valor e arte, a afirmar a verdadeira dimensão do seu toureio de verdade, de maestria e de raça.

João Ribeiro Telles teve pela frente nesta noite os mesmos problemas e as mesmas barreiras dos seus companheiros de cartel, isto é, a falta de grande matéria prima para um daqueles brilharetes a que nos habituou. Mas esteve superior, recusou determinante ser ali um mero espectador do duelo triunfal entre Fernandes e Ventura. A sua actuação frente ao terceiro toiro da noite foi, muito provavelmente, o grande momento da corrida. João Telles foi ao Montijo para mostrar que está na frente!

Pese embora a ausência de emoção pela pouca colaboração dos toiros, corridas destas fazem falta e animam a temporada. A Monumental do Montijo, naquela que é a sua data forte, a das festas de São Pedro, encheu como antigamente, houve ambiente, houve calor e entusiasmo. Faltou aquilo que é mais importante: a verdade do toiro-toiro... mas não se pode ter tudo!

Triunfaram os toureiros - porque se esforçaram para puxar por toiros que queiram e não podiam, por falta de forças na maior parte das vezes. Triunfou o empresário José Maria Charraz, porque apostou num cartel forte e caro - e ganhou claramente essa aposta. E triunfou a tauromaquia, porque o entusiasmo e o ambiente que ali se viveu são a moldura que se quer para qualquer corrida.

Pegaram os forcados da Tertúlia Tauromáquica do Montijo e do Aposento da Moita, o que causou alguma polémica nos dias que antecederam a corrida, com críticas nas redes sociais à falta de cumprimento do que está estipulado "por lei": a presença dos dois grupos da terra na data tradicional de São Pedro. Faltaram os Amadores do Montijo...

Pelos forcados da Tertúlia pegaram Diogo Oliveira (à primeira), Pedro Tavares (à primeira) e Wilson Gomes (à segunda).

Pelos moitenses foram forcados de cara o cabo Luis Canto Moniz (que brindou a Ventura e consumou ao primeiro intento), André Silva (à segunda) e António Lopes Cardoso, autor de uma grande pega ao segundo intento, que ganhou o prémio com o nome do grande e saudoso forcado José Luis Horta "Maxinó" - que estava em disputa para a melhor pega da corrida.

O júri que atribuiu os dois prémios (melhor lide e melhor pega) era composto por Vasco Ribeiro, Nuno Santana e Abel Correia.

A corrida foi bem dirigida por Ricardo Dias, assessorado pelo médico veterinário José Luis da Cruz.

O empresário anunciara inicialmente uma segunda corrida para este domingo, mas anulou-a. A próxima no Montijo será em Setembro e, salvo alguma alteração, terá cartel composto pelos três Rouxinóis (Luis, Luis Júnior e o jovem amador Simão, que este ano se estreou nas arenas), por Gilberto Filipe, Filipe Gonçalves e António Telles filho.

Fotos D.R., Touradas/Facebook, Diego Ventura Oficial, João Silva, Pedro Batalha e António Paulo Xavier/Bien/Facebook/José Charraz



Monumental do Montijo cheia, como nos tempos antigos!



Público ao rubro com dois grandes triunfos de Rui Fernandes


É tudo diferente quando Ventura está "em palco"!


João Telles não foi lá só para "ver" o duelo Fernandes-Ventura...
a sua primeira lide, no terceiro toiro, foi um assombro! Nas fotos,
o cavalo "Gaiato", ferro Coimbra, a estrela da noite!
Diogo Oliveira (Tertúlia) na primeira pega da noite
Canto Moniz (cabo do Apos. Moita) brindou a segunda
pega a Diego Ventura
Pedro Tavares (Tertúlia) na terceira pega
André Silva (Apos. Moita) na quarta pega da noite
Quinta pega: Wilson Gomes (Tertúlia do Montijo)
António Lopes Cardoso (Apos. Moita) ganhou o
prémio em disputa pela sexta pega da corrida

Silvas acima dos 600 quilos hoje em Évora!

Vai ser, ninguém tenha dúvidas, uma corrida de grande emoções! Dos seis toiros da ganadaria Dr. António Silva que já estão nos currais da Arena D'Évora, cinco têm pesos acima dos... 600 quilos!

Vão ser lidados pelos cavaleiros Filipe Gonçalves, Luis Rouxinol Jr. e António Teles filho e pegados em solitário pelos forcados Amadores de Évora, capitaneados por José Maria Caeiro.

A corrida inicia-se às 19h00.

Fotos D.R.

Isto se calhar já acabou, nós é que ainda não demos por isso...

Miguel Alvarenga - Estive ontem com o matador de toiros António João Ferreira, um dos mais notáveis deste país, na inauguração da exposição comemorativa dos 125 anos da "Palha Blanco".

"Tojó", como se chegou a anunciar, é hoje mestre dos futuros toureiros que sonham ser matadores e se formam na Escola "José Falcão" de Vila Franca.

Perguntei-lhe se tem algum contrato para tourear esta temporada.

"Nem um..." - respondeu António João.

Será possível? Pelos vistos, é...

Não resisti a partilhar convosco este episódio, esta situação.

Assim vai a Festarola em terras de Portugal...

Já estou como diz um amigo meu: se calhar isto já acabou e nós é que ainda não demos por isso...

Admirem-se...

Foto M. Alvarenga

"Semear Afición" em Vila Franca

Ontem, 6ª feira: 29.515 leram o "Farpas"!

 

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Interroga Maurício Vale, depois do terramoto na Venezuela: Pepe Câmara estará vivo?

Maurício ValePepe Câmara, de seu nome José Manuel Sá da Câmara, nasceu na Madeira (7 de Dezembro de 1949), mas ainda menino, foi com a família para a Venezuela, onde cresceu.

Ainda jovem, veio para Espanha com o sonho de ser toureiro. Pouco depois, buscou oportunidade na localidade portuguesa de Barrancos, no Alentejo.


Ali se apresentou e se fez ídolo das gentes, em particular porque foi colhido muito gravemente, cornada que o obrigou a internamento em Beja. Foi apoiado pelos povo barranquenho e pelos Bombeiros locais, recuperando e voltando às arenas. 


Fez-se novilheiro e matador de toiros. Foi mais uma vez colhido, desta feita com uma das cornadas mais graves da Monumental de Madrid (3 de Setembro de 1978). Mas continuou os seus sonhos de ser um toureiro de grande valentia e bons triunfos!


Agora, perguntamos por ele!


Ganhou popularidade em Caracas, na Venezuela, tendo investido na restauração. 


Oxalá a tragédia (o violento terramoto) tenha poupado Pepe Câmara!


Que será feito de Pepe Câmara?!…


Foto D.R.


Programa de uma corrida de toiros na Madeira em 1985,
onde Pepe Câmara repartiu cartel com os cavaleiros José
Zuquete e Jorge D'Almeida e os Forcados de Alcochete

Pedrito de Portugal tomou a alternativa há 32 anos e vai voltar a tourear esta temporada em Portugal e Espanha

Passaram ontem, 26 de Junho, 32 anos sobre a corrida da alternativa do matador Pedrito de Portugal na Monumental de Badajoz, apadrinhado por Paco Ojeda, com o testemunho de "Finito de Córdoba"

Homenageamos o toureiro, na comemoração da efeméride - e anunciamos que está em projecto a sua participação este ano em duas corridas em Portugal e três em Espanha, em praças que em breve serão anunciadas.

Transcrevemos o texto que Jaime Amante deu à estampa na rede social Facebook:

"Nasceu em Lisboa a 11 de Fevereiro de 1975. Foi baptizado com o nome de Pedro Alexandre Roque Silva e tornou-se no 30º matador de toiros português na tarde de 26 de Junho de 1994 no decorrer da Feira Taurina de San Juan de Badajoz.

"Filho do bandarilheiro Roque Silva, incentivado e ajudado por este, Pedrito de Portugal deu nas vistas num concurso que procurava novos toureiros, organizado pela empresa da praça de toiros do Campo Pequeno, em Lisboa, corria o ano de 1982.


"Percorre então o trajecto de toureiro amador com o nome de Alexandre Pedro 'Pedrito”' participando em espectáculos de variedades taurinas. E debutou em público, como novilheiro amador, na praça de toiros de Setúbal, corria o ano ano de 1989.


"Em 1991 apresenta-se em Espanha, debutando com picadores em Tarazona de la Mancha, passando então à categoria de novilheiro profissional. 



"Pedrito de Portugal fez a sua despedida como novilheiro na tarde de 25 de Junho de 1994 em Badajoz, e no dia seguinte (26 de Junho) recebe a sua alternativa, com toiros da ganadaria de Joaquín Nuñez, apadrinhado por Paco Ojeda, com o testemunho de Juan Serrano 'Finito de Córdoba'.


"Em ambas as tardes, a Monumental Nueva Plaza de Toros de Badajoz, encheu completamente, esgotando a sua lotação no dia da alternativa. Foram milhares os portugueses que acompanharam o jovem diestro lisboeta no dia da sua profissionalização, incluindo, o então presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Jorge Sampaio.


"Pedrito de Portugal confirmou a sua alternativa em Las Ventas, Madrid, a 15 de Maio de 1996. Teve como padrinho José Miguel Arroyo 'Joselito', e, novamente, como testemunha, 'Finito de Córdoba', lidando-se touros de Jiménez Indarte.


"Depois de na fase inicial da sua carreira ter actuado sobretudo em Espanha e França, o seu percurso profissional continuou na América Latina, tendo passado com sucesso pelo México, Peru, Equador, Venezuela e Colômbia — destacando-se o facto de ter conquistado, pelas suas actuações, o troféu Jesús del Gran Poder, da Feira de Quito, no Equador; e o troféu El Señor de los Cristales, da Feira de Cali, na Colômbia".


Fotos Emílio de Jesus/Arquivo e D.R.


Diogo Peseiro no próximo dia 4 de Julho na Ilha de São Jorge

Diogo Peseiro, mais recente matador de toiros português, refresca-se no seu "botijo" taurino tradicional, após mais um treino diário. 

No próximo dia 2 de Julho vai até aos Açores (Ilha de São Jorge), onde tem grande ambiente, para tourear dia 4 na cidade de Velas, capital local.

Foto D.R.

Rui Bento e Daniel Luque a caminho do Peru

Rui Bento e o matador Daniel Luque viajam neste momento para o Peru, onde o toureiro vai actuar em duas tardes na Feira Internacional "San Juan Bautista" na praça de toiros "Jorge Piedra Lozada" (foto em cimas) em Cutervo.

Daniel Luque toureia no domingo formando cartel com Curro Diaz e Fernando Adrián, com toiros das ganadarias Torrehandilla e Puerto de San Luis; e na terça-feira 30 na Corrida Goyesca que encerra a feira, ao lado de Miguel Ángel Perera e Júlio Alguiar, frente a toiros de Torrehandilla.

Apoderado e matador estarão de regressa a Espanha no dia 2 de Julho.

Fotos D.R.


Inaugurada em Vila Franca a exposição comemorativa dos 125 anos da praça "Palha Blanco"

Programas, cartazes, fotografias, recortes de imprensa e muitos outros documentos compõem a exposição comemorativa dos 125 anos da emblemática praça de toiros "Palha Blanco", em Vila Franca de Xira, uma mostra que foi inaugurada esta sexta-feira ao final da tarde e que estará patente ao público, com entrada livre (ver horário no cartaz), até ao próximo dia 1 de Dezembro, no espaço do antigo Restaurante "O Redondel", na própria praça - "Uma Praça. Uma Cidade. Uma Identidade".

Bernardo Alexandre, o empresário gestor da centenária praça vilafranquense, foi o grande responsável pela organização e montagem desta exposição, com os olhos postos no futuro e já a pensar na criação de um (mais que justificado) Museu Taurino de Vila Franca.

A seu lado estiveram hoje, no acto de inauguração da exposição, o Provedor da Santa Casa da Misericórdia, Armando Jorge de Carvalho, bem como o Presidente da Câmara Municipal, Fernando Paulo Ferreira, ambos exaltando, em breves intervenções, a importância da tauromaquia e da sua praça de toiros na história da cidade de Vila Franca de Xira.

Depois dos breves discursos iniciais, os presentes - entre os quais a vereadora da Cultura Manuela Ralha, o presidente da Junta de Freguesia, aficionados e membros das tertúlia taurinas vilafranquenses, da comunicação social e também dos principais agentes locais da Festa Brava, entre os quais vários elementos do grupo de forcados Amadores de Vila Franca e também os matadores de toiros Vitor Mendes e António João Ferreira, os professores da Escola de Toureio "José Falcão" - fizeram uma visita à exposição, guiada por Bernardo Alexandre, que a todos foi dando conta pormenorizada dos vários painéis ali expostos, cada qual recordando uma época concreta da história dos 125 anos da "Palha Blanco", com particular incidência nas corridas de toiros de morte que ali tiveram lugar no conturbado período pós-revolução.

Os matadores de toiros José Júlio, Mário Coelho, José Falcão e Vitor Mendes, assim como José Carlos de Matos, antigo cabo do GFA de Vila Franca, são as cinco personalidades da tauromaquia vilafranquense com direito a lugar de destaque na exposição.

Há uma ou outra falha, mas não se pode ser perfeito. Era bonita uma alusão ao famoso "Pitorrilha", que foi durante muitos anos o guardião-mor desta praça. E outra a José Mestre Batista, que embora nascido no Alentejo, viveu quase toda a sua vida em Vila Franca e muita da sua história de grande cavaleiro tauromáquico cruza-se precisamente com a história da "Palha Blanco".

Se esquecermos estas falhas - e provavelmente outras -, temos que aplaudir e louvar esta importante iniciativa de deixar no espaço do sempre lembrado Restaurante "O Redondel" um mundo de recordações numa viagem pela história de 125 anos de uma das mais importantes praças de toiros do país. Que pode bem ser o embrião para a criação de um Museu Taurino na cidade, como nos confidenciou o empresário da praça, grande promotor desta exposição.

A anteceder um jantar volante oferecido pela empresa de Bernardo Alexandre no átrio de entrada da praça, a Banda do Ateneu Artístico Vilafranquense tocou, em estreia, o pasodoble comemorativo do 125º aniversário da "Palha Blanco".

Não deixem de visitar esta exposição.

Fotos M. Alvarenga


Bernardo Alexandre, empresário da "Palha Blanco", o grande
impulsionador desta exposição
Armando Jorge de Carvalho, Provedor da Santa Casa

Fernando Paulo Ferreira, Presidente da Câmara - sempre ao
lado da tradição tauromáquica


Bernardo Alexandre e o Presidente da Câmara
Vitor Mendes e António João Ferreira



Visita guiada à exposição
Manuela Ralha, vereadora da Cultura
Velha Guarda: Miguel Alvarenga, Vitor Mendes e Paco Duarte


A história da "Palha Blanco" contada em vários documentos
Entre outros, Dr. Luis Capucha, Miguel Falcão (sobrinho do
saudoso matador) e António Matos, antigo Provedor da Santa Casa
Maestro Vitor Mendes



Uma Praça. Uma Cidade. Uma Identidade


Banda do Ateneu estreou pasodoble dos 125 anos da praça