domingo, 8 de março de 2026

Santarém, sábado 21: mais de 4.000 bilhetes a menos de 15€



"Metem medo ao susto!" - veja aqui os toiros de São Martinho para a corrida de dia 28 em Évora


A última entrevista de D. Francisco de Mascarenhas ao "Farpas" em 2020

O último toureiro fidalgo, D. Francisco de Mascarenhas, que morreu esta tarde de causas naturais com 99 anos, em Almeirim, onde morava, comemorou em 2020 o 75º aniversário da sua alternativa, que recebeu na praça do Campo Pequeno das mãos de Mestre João Núncio, e foi nesse ano homenageado na Catedral pelo empresário Luis Miguel Pombeiro, entrando na História como o único toureiro no mundo a celebrar tel efeméride em vida. Em Agosto de 2020, poucos dias antes dessa corrida de homenagem, Miguel Alvarenga entrevistou D. Francisco e o resultado foi esta conversa que hoje aqui republicamos - em jeito de homenagem ao célebre cavaleiro.

D. Francisco de Mascarenhas: "Na noite da minha alternativa (há 75 anos) João Núncio disse-me 'Parabéns, menino, vocemecê hoje esteve melhor que eu'!"

Da História já D. Francisco de Mascarenhas faz parte há muitos anos. Mas de hoje a uma semana, no Campo Pequeno, volta a entrar nela pela porta de todas as glórias, ao ser o primeiro toureiro no mundo a celebrar em vida 75 anos de alternativa. A empresa do Campo Pequeno vai render significativa homenagem ao cavaleiro-fidalgo, que foi nos anos 40 o primeiro "niño prodígio" do mundo da tauromaquia. Aos 93 anos, com uma lucidez e uma memória que fazem inveja a qualquer um, D. Francisco recordou ao "Farpas" a noite da sua alternativa no Campo Pequeno, a 29 de Agosto de 1945, apadrinhado por Mestre João Branco Núncio e a tarde da sua estreia em Espanha, com 10 anos de idade, em El Puerto de Santa Maria, onde toureou ao lado do célebre "Manolete", que nesse dia fazia a sua despedida como novilheiro.


Entrevista de Miguel Alvarenga 

- D. Francisco, fale-me do que significa para si, de hoje a oito dias, ser homenageado no Campo Pequeno pelos seus 75 anos de alternativa.

- É bonito, muito bonito, chegar aos 93 anos de idade e ser lembrado pelos meus 75 anos de alternativa. Ainda há dias me telefonou o meu querido amigo Álvarito Domecq e me disse que era, de facto, caso único no mundo. Andou a pesquisar e disse-me que não existe nenhum toureiro, bandarilheiro ou mesmo picador que tenha comemorado em vida 75 anos de alternativa. Estou muito feliz por isso e pelo facto de a empresa do Campo Pequeno se ter lembrado de mim. Não conhecia bem o empresário Luis Miguel Pombeiro, mas tem sido uma pessoa impecável. Vai ser um momento único e vai ser de certeza um momento muito bonito. Não posso estar mais feliz, Miguel.

- Lembra-se da noite da sua alternativa no Campo Pequeno?

- Graças a Deus, tenho uma memória privilegiada e lembro-me como se tivesse sido ontem. Quem era para me dar a alternativa era o Simão da Veiga, mas uma vez estivemos no Palácio do Marquês de Fronteira a tourear umas vacas, eu e o João Núncio e ele virou-se para o meu pai, que era ao tempo cavaleiro amador e disse-lhe: 'Ó Alexandre, quem vai dar a alternativa ao teu rapaz sou eu!'. E assim foi. Eram empresários do Campo Pequeno, ao tempo, o José Ricardo e o Bernardo Mesquitella e lá organizaram a corrida para eu tomar a alternativa, tinha eu 18 anos. Os toiros eram do senhor Joaquim Núncio, pai do João Núncio e sairam muito bem. Foi uma corrida mista e tourearam a pé, salvo erro, um matador espanhol e um mexicano, mas desses é que já não me lembro dos nomes... A cavalo, era eu e o João Núncio, que me deu a alternativa. Éramos muito amigos, as nossas famílias eram amigas. E volto a dizer que é bonito comemorar essa efeméride. Desse tempo, dos toureiros todos com quem toureei, dos amigos todos que tinha, já nenhum é vivo, só eu...

- E lembra-se das palavras que lhe disse Mestre Núncio no momento em que lhe concedeu a alternativa?

- Perfeitamente, como se fosse hoje. Deu-me o ferro e disse-me: 'Chiquinho, o prometido é devido e por isso cá estou eu a dar-te a alternativa, com muito apreço por tudo o que tens feito em Espanha e desejando-te as maiores felicidades, toma lá um abraço'. E deu-me um beijo. A praça estava cheia, não por mim, mas pelo João Núncio, que na altura enchia todas as praças onde toureava. As coisas correram-me bem e no final, na trincheira, veio ter comigo e disse-me: 'Ó rapaz, vocemecê hoje esteve melhor que eu, parabéns!'. E eu respondi: 'Isso é impossível, correu-me bem, mas melhor que o senhor não estive, nem podia estar'. Depois fomos todos jantar juntos. Nesse tempo, convivíamos, éramos amigos, hoje nada disso acontece, é tudo muito diferente...

- Quando tomou a alternativa, já tinha toureado muito em Espanha...

- Toureei pela primeira vez com 8 anos de idade em Almeirim e depois em Algés. Com 10 anos estreei-me em Espanha na praça de El Puerto de Santa Maria, toureava eu e o meu pai a cavalo e a pé o 'Manolete', que fazia nesse dia a sua despedida como novilheiro. Apresentei-me com 12 anos no Campo Pequeno e em Madrid. Em Espanha, ao tempo essas coisas não eram vulgares nessa época, um empresário fez uma exclusiva comigo e com o Luis Miguel Dominguín, toureava eu a cavalo e ele a pé, num ano fizemos 40 corridas juntos. Toureei em Espanha com todas as grandes figuras desse tempo. E com o 'Manolete' houve um coincidência engraçada...

- Conte.

- Ele ia fazer a apresentação como matador de toiros e confirmar a alternativa na Real Maestranza de Sevilha, mas dias antes numa outra praça sofreu uma grande cornada ao entrar a matar, tal como a cornada que anos mais tarde o matou em Linares e ficou parado um mês. E finalmente no dia em que se apresentou em Sevilha como matador de toiros, eu toureei também com ele. Por isso, toureei com o 'Manolete' na sua última novilhada e depois na sua primeira corrida como matador em Sevilha. Toureei muito em Espanha, mas quando tinha 17 anos morreu a minha mãe e então deixei de lá ir tourear. Sempre que eu actuava em Espanha era uma festa, ia a minha mãe, as minhas irmãs, depois tudo ficou diferente, já não era a mesma coisa e já não me apetecia ir lá tourear.

- Deixou de tourear em 1956, por problemas de visão, não foi?

- Sim, por miopia. Tive imensa pena, mas fui obrigado a deixar de tourear por problemas de visão. Só reapareci em 1958 para dar a alternativa na Moita ao José Mestre Batista. Tinham-no chumbado na alternativa no Campo Pequeno e eu achei aquilo uma injustiça e fui com ele para a Moita para lhe dar a alternativa.

- Mas continuou sempre ligado à Festa, ajudou e ensinou muitos cavaleiros e continua a ser, graças a Deus, uma presença muito assídua em todas as praças.

- Graças a Deus. Deixei de tourear, mas continuei a montar e foram muitos os cavaleiros que me procuraram, entre eles o José Lupi e tantos outros, para que os ajudasse e apoiasse e fi-lo sempre com o maior dos gostos. Às corridas continuei sempre a ir, a aficion nunca morre.

- Mas hoje é tudo tão diferente, não é?

Pois é. Não tem nada a ver com aquele tempo, infelizmente. Mudou tudo. Hoje há muita fofoquice, muita trapalhada, nada é como era e nada tem a ver com o meu tempo. Tenho pena.

- Expectativas para a próxima quinta-feira?

- É um bom cartel, estou emocionadíssimo com a homenagem que me vão fazer e sobretudo com o facto de ter chegado a esta idade e poder comemorar os meus 75 anos de alternativa. É muito bonito, estou grato à empresa do Campo Pequeno e ao público.

Fotos D.R, Emílio de Jesus e Marques Valentim/Arquivo

D. Francisco com Miguel Alvarenga e o seu grande
amigo Maurício
Usando da palavra num acto da Real Tertúlia D. Miguel I

D. Francisco de Mascarenhas: morreu o primeiro Niño Prodígio do toureio

Figura ímpar do toureio a cavalo, último grande representante dos anos de ouro, D. Francisco de Mascarenhas morreu esta tarde com 99 anos. Faria 100 em Fevereiro do próximo ano. Na foto de cima, com a diva Amália num acto da Real Tertúlia Tauromáquica D. Miguel I, de que ambos eram Sócios de Honra.

Lenda viva e último representante dos Anos de Ouro do Toureio Equestre, o cavaleiro-fidalgo D. Francisco de Mascarenhas nasceu em Paço D’Arcos, Oeiras, a 8 de Fevereiro de 1927. Era filho do também cavaleiro D. Alexandre de Mascarenhas e fez a sua estreia em Espanha com apenas 9 anos de idade, vestindo casaca e usando tricórnio na praça de El Puerto de Santa Maria (Cádiz), actuando nessa tarde do ano de 1937 ao lado do célebre "Manolete", que fazia a sua despedida como novilheiro (foto em baixo). Foi o primeiro Niño Prodígio do toureio português.



A 6 de Agosto de 1939 fez a sua estreia em
Madrid e a 29 de Agosto de 1945 recebeu a alternativa no Campo Pequeno, apadrinhado por Mestre João Branco Núncio. 

Integrou em 16 de Maio de 1954 o cartel inaugural do novo edifício da praça de toiros de Almeirim, que compartiu com Simão da Veiga JúniorJoão Branco Núncio e Fernando Salgueiro, a cavalo; e Diamantino Viseu e Jaime Malaver, a pé; frente a um curro de toiros composto pelas ganadarias Pinto BarreirosJoão de Assunção Coimbra e Andrade e Irmão.

Devido ao estado agravado da sua miopia, decidiu retirar-se em 1956, depois de uma carreira brilhante em que toureou em Portugal, Espanha, França, Angola, Moçambique e México.


Voltaria apenas em ocasiões esporádicas, uma delas para conceder, na Moita, em 1958, a alternativa ao cavaleiro José Mestre Baptista, depois de lha terem recusado no Campo Pequeno. Em 1962 deixou definitivamente de tourear.


Depois de afastado das arenas, continuou sempre sendo uma presença assídua nas praças de toiros e ao longo dos últimos anos muitos foram os cavaleiros que receberam os seus ensinamentos e os seus conselhos, fruto da sua grande experiência como toureiro e como genial cavaleiro.


D. Francisco Mascarenhas pertencia a uma família com origem na nobreza portuguesa, os Marqueses de Fronteira e os Condes da Torre, com uma impressionante devoção por cavalos e toiros. São quase uma dezena os Mascarenhas que se exibiram na arte de tourear a cavalo, ainda que - até à alternativa de D. Francisco - o tenham feito na condição de amadores: D. José Maria de Mascarenhas e seus filhos, D. José de Mascarenhas, D. Carlos, D. Alexandre, D. António e D. João; o filho de D. José, D. António; e o filho de D. Alexandre: D. Francisco.


Em 2020 foi homenageado no Campo Pequeno pelo empresário Luis Miguel Pombeiro por ocasião do 75º aniversário da sua alternativa, sendo o primeiro toureiro mo mundo que celebrou tal efeméride em vida.


D. Francisco de Mascarenhas morreu de causas naturais na tarde deste domingo, com 99 anos. Não são ainda conhecidos pormenores das cerimónias fúnebres.


Fotos Marques Valentim e D.R.



Festa de luto: morreu D. Francisco de Mascarenhas, o último toureiro fidalgo

Miguel Alvarenga - É uma notícia que nos custa dar, pela figura que representava, pelo facto de ser o último grande representante dos anos de ouro do toureio a cavalo, mas acima de tudo pelo respeito mútuo que tínhamos um pelo outro e pela amizade sólida que nos uniu durante anos: morreu esta tarde com 99 anos o histórico cavaleiro tauromáquico D. Francisco de Mascarenhas - uma notícia que vamos actualizar ao longo da noite.

Os nossos sentimentos a sua ilustre Família enlutada.

Que em paz descanse.

Foto Marques Valentim

Illescas (Toledo): Rui Fernandes começa temporada com triunfal saída em ombros

Há vários anos detentor do honroso estatuto de mais internacional dos toureiros portugueses, Rui Fernandes começou hoje a sua temporada na praça espanhola de Illescas, na província de Toledo, na primeira corrida da Feira do Milagre, com uma apoteótica saída em ombros ao lado de Cartagena e Ventura

O cavaleiro luso, que amanhã volta a tourear em Espanha, na Feira de Castellón, cortou esta tarde duas orelhas, uma a cada um dos toiros do seu lote, protagonizando duas actuações de grande nível e maestria, muito aplaudidas pelo público que enchia por completo a lotação da praça (fotos).

Andy Cartagena cortou três orelhas, uma ao seu primeiro toiro e as duas ao segundo, enquanto que Diego Ventura, imparável, foi premiado com quatro orelhas e dois rabos (os máximos troféus em cada toiro).

Lidaram-se toiros de El Capea (primeiro, terceiro e sexto) e de Carmen Lorenzo (segundo, quarto e quinto).

Fotos João Silva



Todos em ombros: Talavante, Emílio de Justo e Roca Rey fecham Olivença com chave de ouro

Praça a cheia e mais uma jornada triunfal, como a da manhã, na última corrida da Feira de Olivença, esta tarde, finalmente com a praça cheia, a roçar a lotação esgotada.

Alejandro Talavante (silêncio no primeiro toiro e duas orelhas no segundo do seu lote), Emílio de Justo (duas orelhas no segundo da tarde e uma no quinto) e Roca Rey (duas orelhas no terceiro da ordem e ovação no último) proporcionaram uma verdadeira tarde de magia aos aficionados que enchiam a praça, entre os quais muitos portugueses, saindo os três em ombros (foto de cima).

O bandarilheiro António Chacón agradeceu de montera em mão os aplausos do público depois de bandarilhar o segundo toiro da tarde.

Foram lidados toiros de Victoriano del Rio, de boa apresentação e bom jogo em linhas gerais, salvo o primeiro, sonso e parado.

Fotos "Aplausos" e Pedro Gomes/"Farpas"


Alejandro Talavante
Emílio de Justo

Andrés Roca Rey

Manhã de triunfos em Olivença: os três matadores sairam em ombros

Depois de uma novilhada na sexta-feira onde David Gutiérrez cortou duas orelhas e saíu em ombros (Olga Casado cortou uma orelha) e da primeira corrida de ontem, onde apenas Manzanares cortou uma orelha, Olivença viveu esta manhã um ambiente artístico diferente e superior.

A praça voltou a não encher (pouco mais de dois terços) e os três matadores sairam em ombros (foto).

Borja Jiménez, que debutava em Olivença, cortou duas orelhas, uma a cada toiro do seu lote; David de Miranda cortou as duas orelhas ao segundo toiro da ordem e foi ovacionado no quinto; e Marco Pérez (que sofreu uma aparatosa colhida, felizmente sem consequências de maior), cortou uma orelha ao seu primeiro toiro e as duas ao segundo.

Lidaram-se toiros de Domingo Hernández (segundo, terceiro e quarto) e de La Ventana del Puerto (primeiro, quinto e sexto). O segundo, de Domingo Hernández, a que David Miranda cortou as duas orelhas, foi premiado com volta ao ruedo.

A feira termina esta tarde - finalmente, espera-se, com lotação esgotada - com os matadores Alejandro Talavante, Emílio de Justo e Roca Rey, que vão enfrentar toiros de Victoriano del Rio.

Foto "Mundotoro" 

Rui Fernandes inicia temporada hoje em Illescas e amanhã em Castellón

Já estão sorteados os toiros de El Capea e Carmen Lorenzo (ordem de lide em baixo) para a corrida de rejoneio desta tarde em Illescas, na província de Toledo, primeira da Feira del Milagro, onde actua o nosso cavaleiro Rui Fernandes (foto) repartindo cartel com Andy Cartagena e Diego Ventura.

Amanhã, segunda-feira, Rui Fernandes volta a tourear em Espanha, na praça de Castellón, na corrida de rejoneio da Feira de la Magdalena, ao lado de Diego Ventura e Lea Vicens, com toiros da ganadaria Los Espartales.

Foto D.R.


Ontem, sábado: 37.704 leram o "Farpas"!

 

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Sábado 21 em Santarém: Duelo Ganadero na primeira grande corrida da temporada



As datas de Vila Franca nos 125 anos da praça "Palha Blanco"

Já são conhecidas as datas oficiais dos festejos que terão lugar em 2026 na "Palha Blanco", em Vila Franca de Xira, no ano de comemoração do 125º aniversário da emblemática praça de toiros - onde se realizarão quatro corridas de toiros (duas mistas), três novilhadas, a tradicional Garraiada da Sardinha Assada e dois Concursos de Recortadores.

No fim-de-semana de 2 e 3 de Maio, a temporada na "Palha Blanco" abre no sábado com o Concurso Nacional de Recortadores e no domingo com a primeira corrida da temporada, um concurso de ganadarias.

Nos dias 26, 27 e 28 de Julho tem lugar a I Feira de Novilhadas; e em Julho, no dia 5, terá lugar a tradicional corrida mista das Festas do Colete Encarnado (reaparição de João Salgueiro), antecedida nessa madrugada pela Garraiada da Sardinha Assada.

Em Outubro, na Feira Taurina de encerramento da temporada, teremos no dia 4 a tradicional corrida mista e no dia 6 a não menos tradicional corrida de terça-feira nocturna, a de exaltação ao forcado vilafranquense. A 10 haverá o Concurso Internacional de Recortadores.

O abonos para a temporada estarão à venda a partir do próximo dia 15 deste mês de Março.

Foto M. Alvarenga

sábado, 7 de março de 2026

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Mais um triunfo grande de Moura Caetano hoje na Granja

No ano de comemoração dos 20 anos de alternativa, cujas principais celebrações vão ser muito em breve anunciadas, o cavaleiro João Moura Caetano obteve este sábado mais um grande triunfo no festival taurino que se realizou na praça alentejana da Granja (Mourão).

Uma lide de classe e muito temple - no arranque de uma temporada em que pretende somar 50 corridas!

Foto M. Alvarenga/Arquivo

Preparem-se! Vai ser a grande festa do ano!

Faltam 15 dias para estarmos todos em Santarém na primeira grande corrida do ano!




Apoderados de "Cuqui" fecham contratos com o empresário José Maria Charraz

A dupla de apoderados do matador português Joaquim Ribeiro “Cuqui”, composta por Paulo Loução e Nelson Cigarro, reuniu esta semana com a empresa de José Maria Charraz.

Segundo os apoderados, neste encontro ficaram desde já fechadas algumas datas em praças de renome nacional, que serão anunciadas oportunamente.

Este trabalho tem como objectivo continuar a dar importância e visibilidade ao toureio a pé em Portugal, numa temporada que se pretende de afirmação para Joaquim Ribeiro “Cuqui”.

Fotos M. Alvarenga e D.R.


Em entrevista sobre a sua participação na corrida de Domingo de Ramos em Almeirim, Luis Rouxinol surpreende e anuncia retirada das arenas na próxima temporada

"Tudo tem um fim, quero-me retirar na temporada que vem" - as palavras são do cavaleiro Luis Rouxinol, que nesta curta entrevista sobre a sua participação na grande corrida de Domingo de Ramos, 29 de Março, na Arena de Almeirim, fez esta surpreendente e inesperada revelação. Dirá adeus às arenas no final da temporada de 2027.

Já tem os seus bilhetes para Almeirim? Não perca tempo, compre já aqui na Ticketline:

https://www.ticketline.pt/evento/corrida-de-toiros-a-portuguesa-102197

Mais informações pelo telefone 910 939 645.

Video Doses de Bravura


Toureio a pé brilha na Granja: arte de "Cuqui" frente a um bom novilho de Paulo Caetano


Bonita faena de Joaquim Ribeiro "Cuqui" hoje na Granja, frente a um bom novilho de Paulo Caetano

Com grande sentido de lide, mostrou o seu toureio clássico. Uma actuação cheia de toureria e bom gosto.

Fotos Tomás Carvalho



Olivença: única orelha da tarde premiou triunfo de Manzanares

A praça de toiros de Olivença registou esta tarde, na primeira das três corridas da sua feira, depois da novilhada de ontem, mais de três quartos de entrada, mas não encheu, apesar do atractivo cartel que reunia os matadores José María Manzanares, Daniel Luque e Juan Ortega, com toiros de Puerto de San Lorenzo (o quarto, de nome "Pitilloso", foi premiado com volta ao ruedo) e dois (terceiro e quinto) de La Ventana del Puerto.

Manzanares cortou a única orelha de uma tarde morna e que soube a pouco, ao seu segundo toiro, o quarto da ordem (aquele que foi premiado com volta à arena depois de estoqueado), depois de no primeiro toiro ter sido ovacionado e ter havido leve petição de orelha por parte do público.

Daniel Luque foi ovacionado nos dois toiros do seu lote (escutou um aviso no segundo toiro da tarde) e Juan Ortega foi ovacionado no terceiro da ordem (depois de também escutar um aviso) e silenciado no último.

Os bandarilheiros Juan Contreras e Jesús Arruga, da quadrilha do matador Daniel Luque, foram aplaudidos de montera na mão depois de bandarilhar o quinto toiro da tarde.

Fotos Pedro Gomes/"Farpas"

Manzanares
Daniel Luque
Juan Ortega

Já faltou mais! Sábado 21 em Santarém lá estaremos todos na primeira grande corrida da temporada!