quarta-feira, 22 de julho de 2026

Famosos na abertura da Temporada Histórica da Nazaré

Fique agora com as fotos de alguns Famosos que encontrámos no sábado passado na corrida de inauguração da Temporada de Verão na carismática praça do Sítio da Nazaré - onde tourearam os cavaleiros João Salgueiro, Marcos Bastinhas e Tristão Ribeiro Telles (os três na foto de cima, momentos antes de atravessarem a praça e de Bastinhas ter saído em ombros) e pegaram os forcados Amadores da Chamusca, de Monsaraz e do Cartaxo, perante toiros da ganadaria Engº Luis Rocha.

Fotos Fernando José

O jornalista espanhol David Montero e Nuno Batalha, presidente
da Confraria de Nossa Senhora da Nazaré

João Carlos e Amélia Morais e Paulo Pessoa de Carvalho
O nosso companheiro David Montero oferecendo a Isabel
Margarida Coelho, na presença de Maurício Vale, o seu livro
"Apuntes... al Natural"
Henrique Gil e Lúcia Loureiro, vereadora do Chega na Câmara
O empresário espanhol José Cutiño e sua namorada
Rui Salvador e sua Mulher, a directora de corrida Sandra Strecht
João Queiroz, director da revista "Novo Burladero"
Os campinos
José Carlos Amorim, da empresa Doses de Bravura
Nuno Marecos, ex-cabo do GFA da Chamusca
Abrilhantou a corrida a Banda de Arruda dos Vinhos
Benito Moura
Os representantes da ganadaria Engº Luis Rocha
Fernando Clemente, José Carlos Amorim e Mário Matos
Símbolos icónicos: o barrete dos forcados e campinos, o xaile
das nazarenas
OneToro em acção: Margarida Calqueiro entrevistando Francisco
Mendonça Mira, responsável pelo canal em Portugal
Tristão Ribeiro Telles e duas bonitas bombeiras
A equipa dos Bombeiros da Nazaré de serviço à praça de toiros
Helena Nabeiro Tenório, mãe de Marcos Bastinhas
Ivan Nabeiro, irmão de Marcos Bastinhas e cabo fundador
dos Forcados Académicos de Elvas
José Mafra e sua Mulher, prestigiado empresário nazareno
radicado no Canadá
O enfermeiro Luis Filipe e o médico Dr. Gomes Esteves
Os empresários nazarenos Dina Escolástico e seu pai, Abílio
Escolástico, antigo forcado dos Amadores de Cascais
A ilustre e muito aficionada Família Trindade
Cláudio Miguel
Gonçalo Veloso
Marco de Abiul ao serviço da empresa Doses
de Bravura
Foto de grupo: os Amadores de Alcochete
Ana Pimenta, directora de corrida, e José Luis da Cruz, médico
veterinário. Atrás, o cornetim Álvaro Pequicho
GFA da Chamusca
GFA de Monsaraz
GFA do Cartaxo com o filho de Pedro Ferreira de Carvalho
Equipa da empresa Doses de Bravura: José Carlos Amorim, Mário
Matos e Rui Pedro Cordeiro
Manuela Redonda (a Senhora "Licor Beirão") com Dália
Madruga e sua filha
Rogério Serrador, membro da Junta de Freguesia da Nazaré, e
Joaquim Cerdeira, speaker da praça... "façam o favor de ser
felizes"

6ª feira: o destino é um e só um - Salvaterra de Magos!


Santander: esgotada a lotação para a corrida da alternativa de Tomás Bastos esta 6ª feira, mas pode ver através do canal OneToro

Já se encontra esgotada a lotação da praça de Santander para a corrida desta sexta-feira - em que toma a alternativa o português Tomás Bastos, de Vila Franca, sobrinho-neto do saudoso Maestro José Júlio, que passa a ser o 45º matador de toiros de Portugal. Vai ser apadrinhado por Roca Rey, com o testemunho de Pablo Aguado e os toiros são de Juan Manuel Criado.

Mas não perca a esperança - ainda pode ver a corrida! Basta subscrever o canal OneToro (que transmite a corrida em directo e também a corrida de amanhã, quinta-feira). E se o fizer através do "Farpas" beneficiará de um desconto de 10% (num plano anual).

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Coruche: em breve, as fotos dos 6 toiros a concurso



"Há sempre alguém que nos faz falta..."

Miguel Alvarenga - Tenho, alguns sabem, uma costela musical, do fado, sobretudo. Cruzei-me algumas vez com o Luis Represas quando ele entrou no espectáculo “Um Dia no Alentejo” do meu querido Gonçalo da Câmara Pereira, eu depois entrei no “Fado é Vida”, mas ele não. Mas nunca fomos íntimos, nem sem ser íntimos, não tenho nenhuma foto ao lado dele, como tanta gente publicou as suas ao longo deste triste dia nas redes sociais.

Mesmo sem o conhecer, todos conhecíamos o Luis Represas. Das noites no “Xafarix”, do outro bar que ele teve na Expo e depois continuou mais alguns anos, dos tempos em que era sócio do Cajó Ferreira - mas acima de tudo, conheciamo-lo porque ele fez parte das nossas vidas. Crescemos a ouvi-lo. E tinha uma da vozes mais bonitas que fizeram parte das nossas vidas.


Os Trovante e o Luis Represas cresceram enquanto nós também crescíamos. Ainda há uma semana fiquei agarrado ao televisor, especado, a ouvi-lo no concerto que voltou este ano a juntar os Trovante no Pavilhão Atlântico. Parecia-me que ele estava bem, apenas com uns 50 anos a mais, como eu, como todos nós. Mas não estava, pelos vistos.


Hoje de manhã estava no “Corte Inglês” quando a Fatucha telefonou e me disse: “Morreu o Represas”.


Confesso que passei um dia mais triste do que os outros dias. 


Ele tinha espectáculos já anunciados para 2027, onde ia comemorar 50 anos de carreira. Começámos então ao mesmo tempo. Eu comemorei os meus (50) este ano. Como vêem, crescemos juntos. Se calhar o Represas nunca me leu, mas eu ouvi-o milhões de vezes e ainda agora estou a ouvir outra vez.


“Há sempre alguém que nos faz falta… ai, saudade”.


Descansa em paz. E canta muito lá no Céu!


Foto D.R.


"Ser poeta..."



A nossa Homenagem. Oiça aqui a canção "Ser Poeta", poema de Florbela Espanca, imortalizado pelo Luís Represashttps://youtu.be/VJaNP_jzHRk?si=XudTGhblkhLv5H88

João R. Telles no sábado na 1ª Fabulosa Corrida de Verão na Figueira da Foz


Esta 6ª feira em Santander: Tomás Bastos torna-se o 45º matador de toiros da nossa História

Tomás Bastos tornar-se-á esta sexta-feira no 45.º matador de toiros da história da tauromaquia portuguesa. Este jovem toureiro de dinastia (é sobrinho-neto de José Júlio) dará assim continuidade à tradição do toureio a pé num país que, embora tenha o cavalo como principal expressão da sua tauromaquia, também ofereceu à história figuras de grande importância nesta disciplina.

Por exemplo, Diamantino Vizeu, o primeiro toureiro português a tomar a alternativa (Barcelona, 1947), ou o carismático Manuel dos Santos — doutorado em Sevilha um ano depois, intérprete de um toureio de grande suavidade e beleza, muito popular no México e que chegou a ser empresário do Campo Pequeno — constituem os pilares mais sólidos sobre os quais assenta a tauromaquia desta nação. A eles juntam-se toureiros com a personalidade de Paco Mendes e, nas décadas seguintes, José Júlio, Mário Coelho e José Falcão, os três oriundos da tauriníssima Vila Franca de Xira, tão diferentes quanto complementares entre si. E outros houve de grande renome como Augusto Gomes Júnior (segundo matador de Portugal, que cedo abdicou da alternativa tornando-se bandarilheiro), Antonio dos Santos, José Simões, Joaquim Marques, Armando Soares, Amadeu dos Anjos, Óscar Romano, Júlio Gomes, António de Portugal, Parreirita Cigano, Eduardo de Oliveira, Manuel Moreno, Luis "Procuna", Nuno "Velásquez", Sérgio "Parrita", Manuel Dias Gomes, António João FerreiraJoaquim Ribeiro "Cuqui", Nuno Casquinha e João Silva "Juanito" (que entretanto se tornou bandarilheiro) outros mais.

José Júlio era um toureiro de classe requintada, com uma carreira longa e intermitente, cuja última actuação remonta a 2009. Mário Coelho formou-se à moda antiga, primeiro como bandarilheiro na quadrilha, entre outros, de Andrés Vázquez, com quem saiu em ombros em Pamplona, após um célebre tércio de bandarilhas, antes de se afirmar como novilheiro e, posteriormente, como matador de alternativa, que viria a confirmar em Las Ventas, tal como o malogrado José Falcão

Este último, toureiro honesto e valoroso, conquistou os aficionados mais exigentes pela forma galharda e autêntica com que lidava as divisas mais duras, sem nunca perder a compostura nem o sorriso, até encontrar a morte nos cornos de "Cuchareto", de Hoyo de la Gitana, numa fatídica tarde de Verão de 1974 na Monumental de Barcelona.

Três anos antes (Agosto de 1971), Ricardo Chibanga, natural de Moçambique, tornara-se o primeiro toureiro africano e negro a tomar a alternativa, precisamente na Real Maestranza de Sevilha, vindo depois a confirmá-la em Las Ventas. Todos eles constituem a origem da irrupção, no final da década de 1970, de Vitor Mendes, o mais importante toureiro que esta terra produziu: poderoso com a capa e a muleta, extraordinário bandarilheiro e eficaz com a espada, levou com orgulho a bandeira portuguesa às principais feiras taurinas da Europa e da América.

Depois do mestre de Marinhais, coube a Rui Bento Vasques, ao angolano José Luís Gonçalves e a Pedrito de Portugal prolongar esse legado. Os três foram, sobretudo na sua etapa de novilheiros, referências do toureio a pé do país vizinho. O caráter de Rui Bento levou-o a medir forças de igual para igual com o próprio Vitor Mendes em Portugal e a enfrentar em Espanha e França corridas frequentemente pouco agradáveis, nas quais demonstrava toda a sua segurança e experiência como lidiador. Uma gravíssima cornada em Orthez, pouco depois de tomar a alternativa, travou abruptamente a sua projeção.

José Luís Gonçalves destacou-se como novilheiro em Madrid, praça onde desenvolveu grande parte da sua carreira em Espanha. Já Pedrito, toureiro intuitivo, elegante e frágil em igual medida, causou enorme sensação enquanto novilheiro sem picadores. Os aficionados de Saragoça ainda recordam o impacto da sua apresentação na praça de La Misericórdia, onde chegou a ser pedido o rabo de um novilho de Guardiola, numa tarde de Inverno realizada sob a então recém-inaugurada cobertura da praça. Foi durante a sua época que, graças a autorizações especiais, se picaram reses em espectáculos realizados em Portugal, tal era a popularidade que gozava entre os seus compatriotas, sobretudo nos primeiros anos como matador. Chegou a estoquear um toiro na Moita em 2000.

Depois deles, nenhum outro conseguiu alcançar verdadeira relevância, embora seja justo destacar as qualidades de "Procuna" no segundo tércio, que gozou de boa reputação enquanto novilheiro; o bom conceito, muito marcado pela sua quietude e verticalidade, de António João Ferreira; a sólida técnica de "Juanito", vencedor do Zapato de Oro de Arnedo; e a classe de Dias Gomes, o último português, até à data, a confirmar a sua alternativa em Las Ventas.

A este grupo juntar-se-á em breve Tomás Bastos, toureiro forjado na profissão desde a mais tenra infância, que desenvolveu um toureio de grande pureza, tempero e execução pausada, alcançando êxitos tão relevantes como o troféu Alfarero de Oro, conquistado no ano passado em Villaseca, após uma atuação reveladora diante de uma extraordinária corrida de Conde de Mayalde.

Oxalá o seu nome não apenas passe a integrar esta lista de eleitos, mas também contribua para revitalizar o toureio de capa e muleta do outro lado da fronteira.

José Miguel Arruego / “Cultoro”

Cavalos para ver este sábado na Figueira da Foz: vieram da Ilha Terceira as novas estrelas da quadra de David Gomes

Estas são as duas novas estrelas da, já de si fantástica, quadra do valoroso cavaleiro David Gomes, dois cavalos que o ginete da Malveira comprou no ano passado a duas conhecidas criadoras da Ilha Terceira (Açores) e que este ano, há poucos dias, estreou precisamente nos Açores na sua triunfal participação na tradicional corrida das Festas das Velas, na Ilha de São Jorge.

O cavalo baio (nas fotos de cima) é o "Sol" e a sua criadora é Lisandra Parreira; e o ruço (nas fotos de baixo) é o "Requinte", da criadora Telma Barbosa - ambos Puros Sangues Lusitanos.

Duas novas belíssimas montadas da quadra de David Gomes - que já este sábado, 25 de Julho, vamos poder apreciar na primeira Fabulosa Corrida de Verão na Figueira da Foz, praça a que o jovem cavaleiro regressa e onde protagonizou já alguns recordados triunfos, um doa quais na noite de reaparição do saudoso Joaquim Bastinhas e outro mais recentemente.

Fotos Foto Iris/Ilha Terceira