terça-feira, 29 de setembro de 2026

João Moura Caetano sobre a tarde dos 6 toiros na próxima 2ª feira no Coliseu do Redondo: "Espero que os aficionados se divirtam e que eu chegue ao hotel com o sentimento de dever cumprido!"

Catorze anos depois de ter protagonizado em Monforte a sua primeira 'encerrona', João Moura Caetano vai terminar esta temporada voltando a lidar sózinho seis toiros na próxima segunda-feira, 5 de Outubro, no Coliseu do Redondo. Será “um dia especial”, confessa, a terminar o ano de celebração do 20º aniversário da sua alternativa, quarta temporada consecutiva em que se consagra como líder do 'escalafón' (ranking de corridas). Vai enfrentar seis toiros de três ganadarias, mas provenientes de linhas diferentes e de cinco 'encastes' distintos, o que vai permitir lides variadas, acredita o cavaleiro. 

Repartirá uma das lides com o amigo Gonçalo Fernandes, que é nessa tarde o cavaleiro sobressalente. Quanto a seu pai, o Maestro Paulo Caetano, pode ou não entrar em cena, como aconteceu em clima de verdadeira apoteose em 2012 em Monforte, mas tudo depende de como as coisas correrem. “Não combinámos nada, o que acontecer, se acontecer, será sempre uma coisa espontânea”, explica João. 

Se continua ou não com os apoderados Luis M. Pombeiro e António Nunes, diz que ainda é cedo para tomar decisões. No final da temporada, vai comunicar-lhes as ideias que tem para 2027 e logo se verá se todos comungam dos seus (novos) projectos ou não.

Sobre os 'amores e desamores' que têm marcado a sua presença constante em programas televisivos e nas revistas 'cor de rosa', João gosta pouco de falar: "É um assunto pouco relevante para mim, o Miguel conhece-me desde sempre e sabe que o meu foco sempre esteve e está no meu trabalho diário, na minha carreira e na minha família, o 'ruído' exterior importa-me muito pouco".

Quanto às suas expectativas para segunda-feira no Coliseu do Redondo, diz-me: “Vou dar tudo de mim com toda a humildade e entrega. Espero que os aficionados se divirtam e que eu chegue ao hotel com o sentimento de dever cumprido”.

Entrevista de Miguel Alvarenga


- Porquê e o que representa para ti terminar esta temporada dos 20 anos de alternativa toureando seis toiros?

- Miguel, esta temporada tem sido muito especial para mim, quero agradecer muito aos aficionados e às empresas que tiveram a amabilidade de me homenagear em muitas das corridas em que participei, entre as quais a do "Farpas" na Nazaré. Foi uma temporada com muitas corridas, 44 até agora, com três mano-a-manos, com uma celebração muito bonita no Campo Pequeno e, por isso, para mim nada melhor que terminar com esta corrida especial.


- E porquê no Coliseu do Redondo, alguma razão especial?

- Sempre que toureei no Redondo senti muito bom ambiente, a praça é muito bonita, tem uma sonoridade especial e muita categoria, pensei sempre em um dia tourear lá uma corrida especial. Aliado a isso, a empresa é composta por pessoas com muita sensibilidade e aficion, o que tornou este "desejo" possível. É sempre muito difícil tourear seis toiros, um grande desafio, espero que haja sorte e tudo saia como idealizo.


- A última vez que te encerraste com seis toiros foi há 14 anos, em Setembro de 2012, em Monforte. Que diferenças vão sentir os aficionados entre uma e outra 'encerronas'?

- Em 2012 em Monforte foi um grande êxito, difícil de igualar, vinha também embalado de uma grande temporada e tinha o cavalo "Temperamento" no seu melhor. Hoje em dia sou um toureiro mais maduro, mais repousado, que dou mais importância ao toureio clássico, venho de quatro temporadas fortes com quase 180 corridas toureadas, é como que o culminar deste ciclo. Podem esperar muita humildade e vontade de impor o meu estilo de toureio em praça a cada toiro que for saindo.



- Vais tourear seis toiros de três ganadarias diferentes e “familiares”, com encastes muito idênticos. O que vais fazer para variar cada lide, para evitar que sejam todas iguais?
- São três ganadarias que significam muito para mim pela parte familiar, mas de 'encastes' completamente diferentes. Da ganadaria Torre D’Onofre do meu primo João Augusto, vai um toiro da linha antiga João Moura, procedência Maribel Ibarra, e outro com uma cor espectacular de encaste Osborne, linhas e tipos completamente diferentes.  Da ganadaria do meu pai vai um toiro da linha antiga nossa, Lico, e um toiro Santiago Domecq. Só os outros dois, da nossa ganadaria (Irmãos Moura Caetano) é que são do mesmo encaste Murube. Mesmo assim, de diferentes sementais, um filho de un toiro da casa e outro de um toiro que comprei ao tio Francisco Romão Tenório. Estarão presentes, no fundo, cinco 'encastes' diferentes, o que pode ajudar na diversidade de cada lide.


- Para se tourear seis toiros é preciso estar em grande forma. É uma espécie de “maratona” para a qual é preciso um artista/atleta estar muito bem preparado. E no caso de um cavaleiro tauromáquico, é preciso ter uma grande quadra de cavalos. Sei que te encontras em boa forma e sei que os cavalos são fantásticos e também estão em forma. Vamos ter novidades? Algum cavalo novo?

- Tenho feito por estar em forma, só vou saber se estou mesmo no próprio dia, a quadra é uma boa quadra de cavalos, apesar de estarmos em Outubro e se notar já algum desgaste de tantos quilómetros acumulados, isso nota-se. Vou utilizar toda a quadra, são dez cavalos. Há cavalos mais novos que têm saído menos e que os aficionados vão poder ver nesse dia.


- O facto de teres tido nos últimos anos uma vida social, amorosa sobretudo, muito exposta nas revistas sociais, nas televisões, de alguma forma beneficiou a tua carreira? Isso teve alguma coisa a ver com o facto de este ser o teu quarto ano consecutivo na liderança do 'escalafón' (ranking de corridas) ou uma coisa não teve a ver com a outra?

- A verdade é que acho que uma coisa não tem nada a ver com a outra. Eu, pelo menos, não senti nenhum benefício em relação a isso. É um assunto pouco relevante para mim, o Miguel conhece-me desde sempre e sabe que o meu foco sempre esteve e está no meu trabalho diário, na minha carreira e na minha família, o 'ruído' exterior importa-me muito pouco...


- Queres resumir, em poucas palavras, estes 20 anos de alternativa?

- Primeiro que tudo, gratidão! À minha família, às minhas quadrilhas e ao público. Em segundo lugar, felicidade,  sinto-me um privilegiado por poder fazer na vida o que mais gosto e ter realizado muitos dos meus sonhos de criança.


- No dia 5 no Redondo tens como cavaleiro sobressalente o Gonçalo Fernandes. Porquê ele? Pergunto-te, mas desde já aplaudo a tua escolha. É um toureiro de valor e que merece todas as oportunidades.

- O Gonçalo é um bom amigo e um excelente ser humano, para além disso é um óptimo profissional, capaz de enfrentar qualquer desafio que lhe apareça. Acho que merece muito mais oportunidades por parte das empresas.



- Completamente de acordo, João. Contas tourear um dos seis toiros a duo com o Gonçalo? E teu Pai, está previsto que também 'entre em cena', como aconteceu há 14 anos em Monforte?
- Em relação ao meu pai, nós nunca combinamos muito essas coisas, estamos focados em preparar a corrida, que é muito exigente, esses momentos de inspiração (porque o que aconteceu há 14 anos em Monforte também não estava combinado, foi uma coisa do momento) surgem naturalmente se tiverem que surgir. Depende muito do ambiente que se esteja a viver na corrida. O Gonçalo, sim, certamente que o vou convidar a partilhar algum momento comigo.


- No que respeita ao teu apoderamento, vais continuar com Luis Miguel Pombeiro e António Nunes?

- Ainda falta esta corrida para terminar a temporada, ainda não é momento para falar ou pensar nisso. No fim vamos sentar-nos, ver se a estratégia que quero para a próxima temporada está de acordo com o pensamento e a vontade de todos ou não, e decidiremos. Aquilo que posso dizer é que o António e o Luis Miguel para mim são muito mais que apoderados, são pessoas de que gosto muito e serão sempre como da "família" para mim.


- Que expectativas para a tarde de 5 de Outubro no Coliseu do Redondo?

- Como já disse anteriormente, é uma corrida muito complicada. Tourear seis toiros sózinho não é nada fácil, vou dar tudo de mim com toda a humildade e entrega. Espero que os aficionados se divirtam e que eu chegue ao hotel com o sentimento de "dever cumprido".


Fotos M. Alvarenga e D.R.


Apoderado Pedro Penedo indignado com os (não) prémios da Sociedade Moitense de Tauromaquia: "Isto é uma vergonha inaceitável!"

Pedro Penedo, apoderado dos cavaleiros Miguel Moura e António Prates - que foram dois dos dez toureiros a cavalo que participaram na recente Feira da Moita - manifestou ao "Farpas" a sua "total e completa indignação" pela decisão do júri da Sociedade Moitense de Tauromaquia de deixar desertos os prémios com que anualmente distinguem o "melhor cavaleiro" e o "melhor matador de toiros" da tradicional Feira em Honra de Nossa Senhora da Boa Viagem.

"Não venho reclamar para nenhum dos meus dois cavaleiros essa distinção, não é isso. Venho, sim, manifestar a minha indignação pelo facto de estes prémios não terem contemplado um único dos dez cavaleiros que participaram na Feira da Moita. Será que esta temporada a Feira da Moita foi feita apenas de aulas práticas de toureio a pé e pegas?... Não houve uma corrida mista e duas corridas a cavalo, em que participaram dez cavaleiros e dois matadores de toiros? Não houve nenhum que se tenha destacado dos outros?...Isto é uma vergonha inaceitável!" - questiona o apoderado. E acrescenta:

"Isto é uma gritante e inaceitável falta de respeito pelos cavaleiros e pelos matadores de toiros que fizeram parte dos cartéis da Feira da Moita/2026. E mais me indigna a atribuição de um prémio a um toiro/novilho 'bisco'... só porque veio de Espanha... quando na mesma corrida houve, tanto a pé como a cavalo, toiros, esses sim, com o trapio e a bravura que se exigem numa praça de primeira. Foram ignorados... Toiros a cavalo com qualidade para voltarem ao campo não foram vistos pelos jurados?...".

"Que mal vai a nossa Festa, quando acontecem coisas como esta vergonhosa atribuição de prémios! Respeitem quem joga a vida numa arena... para que outros andem pela trincheira a presumir..." - lamenta Pedro Penedo.

Foto D.R.

Lamentável e incrível: deitaram abaixo a praça da Moita...

Miguel Alvarenga - O caldo está entornado, o baile está armado e este fim de temporada promete alguma agitação depois de hoje terem sido anunciados os habituais prémios que distinguem os triunfadores da Feira Taurina da Moita. 

Prémios esses que, como hoje mesmo nos confirmou Pedro Brito de Sousa, presidente da Sociedade Moitense de Tauromaquia (entidade proprietária da praça "Daniel do Nascimento"), foram um ano mais atribuídos "pelo júri da SMT", sem contudo nomear as identidades dos seus componentes...

Pela nossa parte, concordando ou não, sempre respeitámos as opiniões dos jurados. Mas uma coisa é respeitar e aceitar a nomeação deste ou daquele triunfador; e outra é "engolir" (e não reagir) ao escândalo que se verifica este ano. E disso não somos capazes. Não somos de engolir e calar. E é urgente reagir. Passamos a explicar.

O tal júri-mistério da Sociedade Moitense de Tauromaquia, SA, distinguiu João Pombinho, do Grupo de Forcados Amadores da Moita, como autor da melhor pega - estamos de acordo.

Distinguiu Pedro Paulino "China" como autor do melhor par de bandarilhas - estamos de acordo.

E distinguiu Duarte Alegrete como melhor peão de brega - estamos de acordo.

Houve ainda uma Menção Honrosa para o Sr. Padre Nuno Pacheco "pelo seu apoio constante e precioso à tauromaquia e às tradições da nossa terra" - completamente de acordo. O nosso abraço ao Senhor Padre!

Não estamos minimamente de acordo (mas respeitamos) com a distinção do toiro "Enrachado", nº 50 da ganadaria do matador Alejandro Talavante, como "melhor toiro" da feira. Credo!

Mas o mais grave não é a brincadeira de distinguirem um dos "badanos" que Talavante mandou à Moita - eram para ser quatro, dois foram chumbados, vieram outros dois da também ganadaria espanhola La Cercada e foram também chumbados e acabaram por ser dois toiros de Manuel Calejo Pires quem salvou a noite... mas o júri-mistério não deve ter dado por isso...

O mais grave é que no "cartaz" enviado hoje às Redacções pela Sociedade Moitense de Tauromaquia, não há qualquer referência às distinções (habituais) de "melhor cavaleiro" e "melhor matador", nem muito menos ao facto, como nos confirmou Pedro Brito de Sousa, de esses dois prémios terem ficado "desertos"...

A Feira da Moita, como aqui opinei oportunamente, não foi boa, nem foi má, foi assim-assim. Sem o impacto, nem a importância, de outros tempos. Não vou comparar apenas com as grandes feiras montadas pelo sempre lembrado empresário José Lino. Houve também outras grandes feiras promovidas por outros empresários e, nomeadamente, pelo mais recente de todos eles, Ricardo Levesinho.

Mas, boa, má ou assim-assim, a Feira da Moita teve três corridas de toiros, uma mista e duas de cavaleiros, uma de três, outra de seis, em que intervieram oito cavaleiros e dois rejoneadores, num total de dez toureiros a cavalo.

No que aos matadores diz respeito - estiveram Talavante e Tomás Bastos -, não me incomoda nada que o prémio ficasse deserto.

Mas, em dez cavaleiros, não houve um único que se destacasse? Foram todos uma porcaria?...

Não vou dizer que merecia ganhar este ou aquele, até porque só estive presente na primeira corrida - de onde saí completamente convencido de que Miguel Moura era um sério candidato ao prémio. Os outros, não vi, não vou opinar.

Deixar deserto o prémio para o "melhor cavaleiro" e distinguir como "melhor toiro" um badano de Talavante lidado numa mesma corrida em que quem brilhou foram os dois toiros de Calejo Pires, não é, apenas e só, uma perfeita parvoíce e um enorme atestado de ignorância revelado por quem fez de júri. 

É, acima de tudo, uma total e completa falta de respeito pelos cavaleiros nacionais, pela tauromaquia e, bem mais grave e preocupante, pela praça de toiros "Daniel do Nascimento" e pela Feira Taurina da Moita.

Os responsáveis por este escândalo "demoliram" a praça da Moita, retiraram-lhe todo o prestígio e acabaram com a sua credibilidade. Riscaram-na do mapa taurino nacional.

Perfeitamente incrível! E lamentável.

As "estampas" de Murteira Grave para este domingo na "Palha Blanco"

Murteira Grave, prestígio e seriedade para a Corrida Comemorativa dos 125 Anos da "Palha Blanco" - no próximo domingo, 4 de Outubro, às 18h00.

Nestas fotos, os três toiros de Murteira Grave eleitos para esta tarde histórica, de que serão lidados dois pelos cavaleiros Miguel Moura e Tristão Ribeiro Telles - num confronto ganadero com a ganadaria Sommer D'Andrade (de que serão também lidados dois toiros).

Para os pegar, estarão na arena da "Palha Blanco" os consagrados forcados de Montemor e de Vila Franca. 

E a corrida, que é mista, conta ainda com a participação do matador sevilhano Daniel Luque, um dos dos mais importantes toureiros desta temporada, que enfrenta dois toiros de Falé Filipe.

Bilhetes disponíveis 24h em www.palhablanco.pt e pelo telefone 927 002 555.

E nas bilheteiras da Praça de Toiros das 17h00 às 20h00.

Fotos www.palhablanco.pt



Padre-Forcado Pedro Sousa (do Grupo de Académicos de Coimbra) esta noite na Rádio Iris FM em entrevista a Maurício Vale

Pedro Sousa, o Padre-Forcado que pega no Grupo de Académicos de Coimbra (um caso único!), capitaneado por Ricardo Marques, é esta noite o entrevistado de Maurício Vale no programa semanal "Sombra Sol" da Rádio Iris FM (de Samora Correia) - que vai para o ar às 22h00.

Pode ouvir o programa em 91.4 fm ou aqui na net em www.irisfm.pt

Nas fotos de baixo, a mais recente actuação do Padre-Forcado Pedro Sousa na corrida que no início deste mês se realizou em Ponte de Lima e onde pegou à primeira tentativa o sexto toiro da tarde.

Além da grande entrevista ao Padre-Forcado, o programa desta noite vai contar também com intervenções dos empresários Bernardo Alexandre (para falar sobre a Feira de Outubro em Vila Franca) e José Maria Charraz (promotor de três corridas no próximo fim-de-semana no Montijo, em Alcácer e em Beja), para além das habituais Efemérides compiladas por Joaquim Tapada.

Fotos Simão Brites




Triunfal regresso da ganadaria Infante da Câmara a Espanha

Apoteose total e uma honra importante para Portugal - o regresso a Espanha da renovada ganadaria Infante da Câmara, com uma magnífica novilhada esta tarde em Cabeza del Buey (Badajoz), ficou marcada pelo corte de oito orelhas e um rabo (foram lidados quatro exemplares), por dois novilhos premiados com volta à arena no arraste e pela saída em ombros dos quatro jovens novilheiros que os tourearam.

Francisco Cabaço, valoroso forcado do Grupo de Santarém, deu volta à arena (foto de cima) na qualidade de representante da ganadaria, recuperada e gerida por seu pai, o também antigo forcado Ricardo Cabaço, casado com Constança Infante da Câmara.

Os novilhos premiados com volta à arena foram os lidados em segundo e terceiro lugar.

Actuaram os novilheiros Lucas Rojas (duas orelhas), Manuel Leon (duas orelhas e rabo), Pablo Sánchez (duas orelhas) e Óscar Campos (duas orelhas).

Fotos D.R.


A corrida de Paio Pires - pela objectiva de Francisco Romeiras

Veja agora os melhores momentos das actuações dos sete cavaleiros e as pegas dos três grupos de forcados que este sábado actuaram na corrida comemorativa do 50º aniversário da inauguração da praça de toiros de Paio Pires - captados pela objectiva do nosso companheiro e consagrado fotojornalista Francisco Romeiras.

Lidaram-se seis toiros "brancos" de Canas Vigouroux e um novilho-toiro de Lopes Branco e actuaram os cavaleiros João Salgueiro da Costa, Parreirita Cigano, Joaquim Brito Paes, António R. Telles (filho), Diogo Oliveira, o praticante Tomás Moura e o amador João Gregório de Oliveira, que prestou provas para cavaleiro praticante. 

Pegaram os valentes - e eficientes - forcados das Caldas da Rainha, de Monsaraz e do Ramo Grande (da Praia da Vitória, Ilha Terceira).

A corrida iniciou-se com o cortejo de gala à antiga portuguesa evocativo dos tempos das Touradas Reais.

Fotos Francisco Romeiras


Salgueiro da Costa e a pega de António Casimiro (Caldas)


Segundo toiro lidado por Parreirita Cigano e pegado por André
Claudino (Monsaraz)

Joaquim Brito Paes e a pega de Gonçalo Batista (Ramo Grande)



António R. Telles (filho) e o forcado António Proa (Caldas)






Quinto toiro, o momento alto da corrida: lide triunfal de Diogo
Oliveira (nesta foto cumprimentando o ganadeiro Pedro Canas
Vigouroux quando dava a volta à arena) e grande pega de João
Ramalho, do Grupo de Monsaraz
A Banda que abrilhantou a corrida de Paio Pires


Tomás Moura e a pega de Rui Dinis, cabo do GFA do Ramo Grande


João Gregório de Oliveira e o forcado Bernardo Ceia (Caldas)
com o novilho-toiro de Lopes Branco

Famosos no sábado em Paio Pires

Fique agora com as fotos de alguns Famosos que marcaram presença este sábado na corrida comemorativa dos 50 anos da praça de Paio Pires (Seixal) - antecedida pelo sempre aplaudido cortejo de gala à antiga portuguesa, a evocar as Touradas Reais.

Na foto de cima, a menina Clarinha Filipe, filha do cavaleiro Gilberto Filipe, que desempenhou a função de neto, neta neste caso.

Já a seguir, vamos trazer-lhe alguns dos grandes momentos das lides dos sete cavaleiros e dos três grupos de forcados captados pela objectiva do conceituado fotojornalista Francisco Romeiras. Fique por aqui.

Fotos M. Alvarenga

Miguel Alvarenga, Francisco Romeiras e o Dr. António Manuel de
Moraes, autor de um livro sobre os 50 anos da praça de Paio Pires,
de que aqui falaremos amanhã
Ricardo Batalha e o seu colaborador com Paco Duarte
O ilustre ganadeiro António Manuel Silva

Pedro Penedo e Albino Caçoete
A Direcção de Corrida: o médico veterinário Alexandre Reis e
o director Ruben Fragoso
Drs. António Raul Brito Paes e Vasco Lucas
Diogo Oliveira: o real triunfador
Francisco Romeiras, Pedro Canas Vigouroux, João Folque e
Nuno Canas
Rui Perdigão, recordado forcado do Aposento da Moita
O ex-deputado social-democrata António Proa com suas filhas
Inês e o namorado Vasco Cruz, Francisca e Rita e o namorado
Bernardo Praça. A família a torcer pelo António, forcado do
Grupo das Caldas. Em baixo, o aficionado Paulo Oliveira
João Moura e Luis Filipe Oliveira, reputado equitador, pai do
triunfador Diogo Oliveira
Os campinos Gabriel e Luis Silva e Joaquim Manuel, maioral da
ganadaria Canas Vigouroux
Bernardo Figueiredo, apoderado dos Antónios Telles
O ilustre ganadeiro João Telles Branco
Manuel Pires (à direita), ex-cabo dos Forcados do Ramo Grande,
em Paio Pires a apoiar o seu grupo
A Equipa Médica da praça de Paio Pires
João Moura e o seu filho-cavaleiro mais novo, Tomás
O antigo bandarilheiro e apoderado António Pedro Santana
Duarte Fernandes e João Ventura
António José Casaca e Nelson Lopes, os dinâmicos promotores
das corridas de toiros na praça de Paio Pires
Salgueiro da Costa tem novo apoderado? Não vimos o nosso
amigo Cachapim em Paio Pires...
António Ribeiro Telles (filho)
João Ribeiro "Curro" - um Senhor Toureiro!
Inês Conde, filha do saudoso cavaleiro Alfredo Conde
Pedro Tamagnini Abreu, tio do cavaleiro Joaquim Brito Paes,
a quem este brindou a sua lide
Rui Fernandes (pai) e o amigo Artur, proprietário do famoso
restaurante "Camões" na Fonte da Telha
Joaquim Brito Paes e o seu apoderado João Lucas
Parreirita Cigano e a irmã Marta, sua apoderada
Rui Melo, empresário organizador da Feira Taurina da Ilha Graciosa
Apoderado (Hugo Ferro), pai (Luis Filipe Oliveira) e o cavaleiro
Diogo Oliveira