terça-feira, 24 de abril de 2018

Amanhã, dia 25 (feriado): super-Festival em Sobral de Monte Agraço



Próximo sábado: cartel de Figuras na Corrida Ovibeja



"El Juli", Andrés Romero e Manzanares triunfadores da Feira de Sevilha

"El Juli" duplamente premiado: triunfador da Feira de Sevilha e autor da melhor
faena
Andrés Romero, que no próximo sábado toureia em Beja, eleito o melhor
rejoneador da Feira de Sevilha. Manzanares (em baixo), galardoado pela melhor
estocada

Um júri composto por 39 membros e constituído pela Real Maestranza de Caballeria de Sevilhq, acaba de eleger os grandes triunfadores da Feira de Abril, sendo os mais destacados os matadores "El Juli" (galardoado como triunfador do ciclo e como autor da melhor faena), José Maria Manzanares (melhor estocada) e Andrés Romero (melhor rejoneador).
Foram ainda premiados o matador Manuel Escribano (melhor toureio de capote), os bandarilheiros José Chacón (melhor brega) e Curro Javier (melhor par de bandarilhas), o picador Paco María, a ganadaria Garcigrande e o toiro "Orgullito", desta mesma divisa, indultado por "El Juli" há uma semana.

Fotos Arjona/aplausos.es


Ontem, 2ª feira: 9.906 leram o "Farpas"


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segunda-feira, 23 de abril de 2018

João Moura Caetano: "Podem esperar de mim muito empenho e sobretudo verdade, emoção e sentimentos à flor da pele!"

 "Se convidasse uma figura televisiva para um jantar a dois... convidava Simone
de Oliveira. Admiro imenso o sentimento e a arte que esta grande Senhora
transmite em cada interpretação
"
"2017 foi uma temporada de muitos triunfos e onde cimentei ainda mais a minha
forma de tourear. Por isso, são grandes as expectativas para 2018"
Moura Caetano em Madrid: "Hei-de voltar em Espanha às grandes praças, neste
momento optei por centrar mais a minha actividade em Portugal"
"O meu pai é uma grande figura do toureio e uma referência para todos nós. Ainda
vou ter que trabalhar muito para um dia chegar onde ele chegou!"
João Moura Caetano com as três das Mulheres da sua vida: sua mãe Dita Moura
Caetano, sua namorada Joana Rodrigues e sua irmã Maria Moura Caetano
Couceiro, campeã de Dressage. Só faltam as avós, Marília Caetano e Maria
Guiomar Cortes de Moura


Terminou a última temporada, um ano recheado de êxitos, em grande nível na corrida de gala que encerrou o ano em Lisboa. Depois de amanhã, 25 de Abril, inicia a nova campanha na tradicional corrida de Alter do Chão. É de João Moura Caetano que falo - e com quem falo. Vem cheio de confiança e considera que cimentou ainda mais o seu estilo de tourear. Vem tranquilo, com cavalos novos e desejoso de demonstrar o que eles valem. Se não fosse toureiro e não tivesse nascido no campo, gostava de ter sido… treinador de futebol. É um jovem de alma. E de raça. Sabe bem o que quer e por onde vai. Cresceu a ouvir falar de toiros e cavalos. Ser toureiro foi mais ou menos uma coisa do destino. Se já chegou aos calcanhares do pai, o Maestro Paulo Caetano? Diz, com humildade e um sorriso: “Acho que tenho que continuar a trabalhar muito para um dia chegar onde ele chegou”. Vamos ouvir João Moura Caetano.

Entrevista de Miguel Alvarenga

- Depois de ter encerrado de modo brilhante, no Campo Pequeno, a sua temporada de 2017, inicia a nova campanha já esta quarta-feira em Alter do Chão, numa corrida emblemática do calendário taurino, em competição com João Moura Jr. e Francisco Palha e na dupla qualidade (e responsabilidade) de toureiro e ganadeiro. Que expectativas, João?
- As expectativas são as melhores, venho de uma temporada muito importante para mim, na qual acho que consegui cimentar ainda mais o meu estilo de toureio e obter alguns triunfos importantes, isso dá-me confiança para a época que se avizinha. Alter já é uma data habitual no meu calendário, é o terceiro ano consecutivo que eu e o meu primo (João Moura Júnior) toureamos a 25 de Abril, sempre com praça cheia e bons espectáculos, sinto-me preparado para mais um ano poder proporcionar uma boa tarde de toiros.  Como ganadero, é sempre mais complicado, os toiros são sempre uma incógnita, a corrida está bonita e bem apresentada, o resto “é com eles”, só no dia saberemos. Vamos estrear um semental novo, que tem dado bons resultados nas tentas, estou curioso, vamos ver.
- Para além dos craques da quadra, que muitos reconhecem como a melhor da actualidade, que novas estrelas vamos ver este ano nas arenas e nomeadamente já esta quarta-feira em Alter?
- Há três cavalos novos na quadra que podem ser muito importantes; o “Hip Hop”, o “Hidrogénio” e o “Hamlet”. O “Hip Hop” tem ferro da casa e se tiver sorte, será um grande craque num futuro próximo, interpreta um tipo de sorte nova para mim, carregar a sorte até ao limite e abrir o quarteio com muita expressão. O “Hidrogénio”, ferro Paim, faz um toureio de enorme verdade e emoção e o “Hamlet”, também com o ferro da casa, vai-me permitir continuar a executar os ferros de praça a praça, que são a minha imagem de marca. A sua utilização em Alter e em Beja, vai depender do comportamento dos toiros que me toquem em sorte nesses dias.
- Fiz na semana passada a mesma pergunta ao seu primo João Moura Júnior e vou fazê-la também a si: acha que já chegou aos calcanhares de seu pai, o Maestro Paulo Caetano, ou ainda lhe falta alguma caminhada para lá chegar?…
- O meu pai é uma grande figura do toureio e é para atingir esse patamar que trabalho todos os dias, ele é uma referência para todos nós e chegar um dia a ser um exemplo para os que virão, é uma meta que quero alcançar. Apesar de cada caso ser um caso e não haver toureiros iguais, acho que tenho que continuar a trabalhar muito para um dia chegar onde o meu Pai chegou.
- Os novos cavaleiros não levam público às praças como os seus pais levavam?
- Penso que a conjuntura actual, é completamente diferente em vários aspectos. A meu ver, acho que o segredo para que haja mais público nas corridas, seja apostar forte com cartéis de competição nas datas mais tradicionais e carismáticas e não andar a gastar esses trunfos em praças que já se sabe, que à partida, não são favoráveis para meter gente. Nos últimos anos, já se começou a verificar essa mudança e vai dando os seus frutos.
- Tem repartido as suas campanhas entre Portugal e Espanha, mas neste país quase sempre em “praças secundárias”, depois de ter ido várias vezes a Madrid. Regressar a Las Ventas é um sonho?
- Sim, a minha carreira tem sido dividida entre Portugal e Espanha, até mais em Espanha nos meus primeiros anos, pisei várias vezes Madrid, Sevilha e Valência, entre outras. Essas presenças ficarão para sempre marcadas na minha vida, foi uma grande aprendizagem mas nos últimos anos, optei por me focar muito mais em Portugal, é aqui que sinto que o meu tipo de toureio faz mais sentido, não querendo dizer, que um dia não volte a algumas dessas praças, mas neste momento, olho para Espanha mais numa perspectiva de rodar os cavalos mais novos e prepará-los para quando aparecem nas datas importantes de Portugal estarem no máximo. Isso não invalida que dê sempre o meu melhor em cada corrida que faço em Espanha, mas de facto neste momento concreto, o meu objectivo está nas principais praças do nosso país.
- A 17 de Maio volta ao Campo Pequeno e desta vez num cartel de máxima categoria, com António Telles e Pablo Hermoso. Vai para ganhar?
- Vou para triunfar como em todas as outras corridas, acho que o único caminho para chegar ao mais alto do toureio, é ir para ganhar em qualquer praça e com qualquer cartel. É para mim, um grande orgulho estar anunciado ao lado de grandes figuras mundiais numa das corridas “estrela” da temporada, na Catedral mundial do toureio a cavalo.
- E a 10 de Junho volta a competir com Pablo Hermoso e desta vez também o Maestro João Moura, em Reguengos de Monsaraz. Grandes desafios para o arranque da sua temporada… Preparado, João?
- É mais uma grande corrida em perspectiva, sinto-me preparadíssimo e a atravessar o melhor momento da minha carreira, espero que haja sorte e seja mais uma tarde para o recuerdo dos aficionados ao bom toureio.
- Como é o João Moura Caetano fora das arenas? E como são os seus dias em Monforte?
- É difícil descrever-me a mim próprio, mas acho que sou uma pessoa simples, tranquila e completamente apaixonada pelo campo, prefiro o silêncio e a calma deste mundo, com um enorme “vício” que são os galgos. A maior parte dos meus dias, são passados a montar cavalos e a tourear vacas e também nas lides do campo. Sou também um amante das nossas ganadarias e trabalho bastante para tentarmos criar um toiro cada vez melhor. Os tempos livres são passados com a Família e os galgos.
 - É mais Moura ou mais Caetano?…
- Não sei bem, acho que tenho muito das duas partes; tauromaquicamente, acho-me mais “Caetano”, já que aprendi tanto com o meu Pai e ele é sem dúvida o meu maior ídolo e a minha referência; na maneira de ser, dizem os amigos, que sou mais “Moura”, dizem que tenho um feitio parecido com o meu Avô António Moura, eu não sei bem avaliar isso, mas é possível, já que grande parte dos ensinamentos sobre o campo e sobre a caça, foram-me transmitidos por ele e grande parte da minha infância, a acompanhá-lo para todo o lado. Definir-me a mim próprio, não é fácil.
- Vai-me responder, certamente, que o seu pai é o seu maior ídolo no toureio… mas eu pergunto: tem outros?
- Claro que sim. No toureio a cavalo, tenho muitos, mas agora vêm-me à cabeça o Mestre José João Zoio, que só tive o prazer de ver em vídeos, mas que foi uma grande inspiração para mim, também o João Salgueiro é um toureiro que me enche a alma. Sou também um grande amante do toureio a pé e aí, os meus ídolos são o Maestro Curro Romero e o Morante de La Puebla.
- Que estrela televisiva convidava para um jantar a dois?
- Simone de Oliveira. Admiro imenso o sentimento e a arte que esta grande Senhora transmite em cada interpretação.
 - Impôs em mais de dez anos de alternativa um estilo muito próprio e sem imitar ninguém, nem sequer o seu pai. Como interpreta a sua arte, o seu toureio?
- Sou muito transparente nos meus sentimentos dentro da praça, tenho dificuldade em estar a sentir uma coisa e a mostrar outra ao público, isso pode ser considerado um defeito, mas acho que é essa a génese do meu toureio. Toureio é arte e sentimento, é transmitir emoções verdadeiras ao público. Para mim, é muito mais importante a emoção e o sentimento do que a perfeição, o improviso é também base no toureio que eu sinto, levar a faena estudada de casa, é algo que não se aplica a mim, cada tarde é uma tarde e nunca se sabe onde está o êxito ou um fracasso, essa imprevisibilidade dá uma essência especial a cada triunfo
- Quem são as novas figuras do toureio a cavalo? Inclui-se entre os primeiros?
- Sobre isso não me compete a mim pronunciar, quem pode responder a essa pergunta é o público.
 - Se não fosse toureiro…
- Ganadero, sem dúvida. Se por acaso tivesse nascido longe do campo, talvez treinador de futebol (risos).
- Superstições, tem? E fé? Reza antes de entrar na arena?
- Tenho muita Fé e rezo muitas vezes, superstições, também muitas. Não gosto da cor amarela nos dias das corridas, gosto de me vestir em quartos de número ímpar, toureio sempre de calções pretos e uso sempre bandarilhas brancas.
- Sente-se realizado como toureiro ou ainda tem metas a alcançar? Quais?
- Sinto-me feliz como toureiro, realizado ainda não, há muitas coisas por conquistar, penso que nenhum toureiro se dá nunca por satisfeito, é uma luta diária pelos novos objectivos.
- Este ano tem um novo apoderado, Joaquim Pataca, depois de nos últimos anos ter estado unido a João Pedro Bolota. Que mudanças se esperam deste novo apoderamento?
- O João Pedro é um grande amigo e tem sido fundamental na minha carreira e no meu desenvolvimento como toureiro e sei que vai estar sempre ao meu lado. Este ano, vou ter comigo o Joaquim Pataca, uma pessoa cativante que sempre respeitei e admirei no mundo dos toiros, surgiu esta oportunidade e ambos a abraçámos com muita convicção, sendo que as mudanças não vão ser grandes, espero tourear entre as 25 e as 30 corridas e tentar estar em bons cartéis e com ganadarias que possam proporcionar êxito, no fundo é exactamente a mesma estratégia dos últimos anos, espero que haja sorte e seja uma temporada importante.
- Além das corridas de que já falámos, depois de Alter, toureia no sábado em Beja na tradicional Corrida Ovibeja. Que mais novidades para a temporada?
- Depois de Beja, vou dia 5 e 15 de Maio a Espanha, dia 12 a Garvão, dia 17 ao Campo Pequeno, 19 de Maio ao Montijo, no dia 2 Junho a Estremoz e 9 de Junho a Reguengos. É esta a primeira parte da temporada, já existem muito mais datas fechadas, que mais para a frente iremos anunciar.
- Com quem gostava de tourear um mano-a-mano?
- Com o Morante de La Puebla, gostava também de reeditar um mano a mano que fizemos há alguns anos em Monforte, com o José Maria Manzanares, grande figura do toureio e grande amigo da família.
- Há anti-taurinos dentro da Festa?
- Não sei se são anti taurinos, mas pelo menos há maus taurinos que nos prejudicam bastante.
- Lê tudo o que os críticos taurinos escrevem das suas actuações?
- Sim, tento ler tudo, acho que de todas as críticas podemos tirar coisas boas e construtivas, que nos ajudam a ser cada vez melhores.
- Já lhe apeteceu mandar um crítico “à merda”?
- Vivemos numa democracia, cada um tem a sua opinião, temos que respeitar, por muito que discordemos ou achemos injusto. Tento não me preocupar muito com essas coisas, a vida é muito curta para a desperdiçarmos com esse tipo de sentimentos, só me importa ser feliz a tourear.
- O que podem os aficionados esperar este ano de João Moura Caetano?
- Podem esperar muito empenho e sobretudo verdade, emoção e sentimentos à flor da pele.

Fotos Emílio de Jesus, las-ventas.com e D.R.

GFA de Coruche apresenta projectos para a sua temporada no próximo sábado


O valoroso Grupo de Forcados Amadores de Coruche, comandado por José Macedo Tomás, faz no próximo sábado, dia 28 de Abril, pelas 14h30, na sede da sua tertúlia (praça de toiros de Coruche), a apresentação dos seus projectos para a temporada 2018.
Neste momento e segundo informa, o Grupo de Forcados Amadores de Coruche tem já 10 corridas contratadas cujos promotores aceitaram divulgar, desde já, a presença do grupo nas ditas corridas. Quatro delas serão no mês de Maio. Estes dois factos - 10 corridas já contratadas numa fase tão inicial da temporada, e a concentração de quatro corridas de primeiro nível num só mês - são dignos de referência e anúncio público, uma vez que, actualmente não é algo frequente.

8 alunos da Academia do Campo Pequeno apurados para a final do concurso "Vem Tourear"

Na eliminatória do Montijo, os jovens apurados no escalão de mais de 13 anos
Os futuros toureiros no escalão 6/13 anos apurados para a final na eliminatória
de sábado passado no Montijo. Em baixo, Rui Cardoso, um dos oito apurados
da Academia de Toureio do Campo Pequeno

Mais de seis dezenas de jovens participaram, no fim-de-semana de 21 e 22 de Abril, nas eliminatórias do Concurso de Toureio de Salão “Vem Tourear”, realizadas respectivamente no Montijo e na Chamusca.
Os candidatos foram agrupados em dois escalões etários (6-13 anos e maiores de 13 anos) e puderam exibir-se nos três tércios da lide.
Além de concorrentes em nome individual, participaram no certame representantes das Academias e Escolas de Toureio do Campo Pequeno, Montijo, Moita, Vila Franca de Xira (Escola José Falcão), Azambuja, Santarém, Samora Correia, Clube Taurino do Concelho da Chamusca e Clube Taurino de Alter do Chão.
A final do concurso realiza-se no próximo sábado, no Campo Pequeno, às 16 horas e será disputada entre 36 apurados.
São os seguintes os apurados da Academia de Toureio do Campo Pequeno: João Silva, Martim Silveira, Eduardo Frazão, Vicente Sanchez, Rui Cardoso, João Pinto, Rodrigo Caldeira e Alexandre Pimenta.
O concurso “Vem Tourear” é uma organização conjunta da Escola Taurina do Montijo, Academia de Toureio do Campo Pequeno e Clube Taurino do Concelho da Chamusca.
O júri que apurou os finalistas esteve composto pelos matadores de toiros Mário Coelho, Nuno Casquinha e Manuel Dias Gomes e pelo novilheiro Joaquim Ribeiro "Cuqui", tendo a apresentação destas duas eliminatórias estado a cargo de José Cáceres.

Fotos Frederico Henriques/@Campo Pequeno



Próximo sábado, 28: um dia em cheio no Campo Pequeno!



Sábado na herdade de Calejo Pires: Dia de Campo do GFA de Évora



No início das comemorações dos seus 55 anos de actividade, o Grupo de Forcados Amadores de Évora vai estar em festa no próximo sábado, dia 28, com um Dia da Campo na Herdade dos Cabreiros, em Vila Nova da Baronia, propriedade do ganadeiro Manuel Calejo Pires.
Haverá treino de antigos e actuais forcados, demonstrações de toureio a cavalo e pé a cargo, respectivamente, de António Brito Paes e Joaquim Ribeiro "Cuqui" e também demonstração de campinos.
A festa promete!


Sequência da violenta colhida de Fabián Barba ontem em Aguascalientes



Espectacular sequência, captada pelo grande repórter fotográfico mexicano José Amador Pelayo Leal (na foto ao lado, no ano passado em Las Ventas, Madrid, com Miguel Alvarenga), da violenta colhida sofrida ontem em Aguascalientes (México) pelo matador de toiros local Fabián Barba, quando recebia de joelhos o quinto toiro da corrida, de nome "Amante", com 511 quilos, da ganadaria Begoña.
Mesmo combalido, o valente toureiro terminou a faena de muleta e só depois recolheu à enfermaria da praça, de onde seguiu para o hospital, onde lhe feita uma tomografia que comprovou lesões nas costelas do lado direito - oitava, nona e décima - que felizmente e como já aqui noticiámos esta manhã, não afectaram nenhum orgão vital.
O toureiro parmenecerá hospitalizado pelo menos durante três dias.

Fotos José Amador Pelayo Leal

Mais logo, não perca a grande entrevista a João Moura Caetano


Mais logo, não perca aqui no "Farpas" a grande entrevista ao cavaleiro João Moura Caetano, a dois dias do arranque da sua temporada - próxima quarta-feira, 25 de Abril, em Alter do Chão.
Os novos cavalos craques para 2018, os críticos taurinos que "o enervam", se é "mais Moura ou mais Caetano", quem são os seus ídolos no toureio a cavalo para além de seu pai, o Maestro Paulo Caetano - estes e muitos outros temas dissecados pelo toureiro ao pormenor numa grande entrevista que não vai poder perder!

Foto Maria Mil-Homens


Famosos na 6ª feira na Azambuja no jantar de homenagem a Rui Bento pelos seus 30 anos de alternativa

Rui Bento e sua Mulher, Isabel Viçoso, com Fernando de Andrade Salgueiro, um
dos muitos toureiros que sexta-feira estiveram na Azambuja no jantar de
homenagem da Tertúlia "Festa Brava" aos 30 anos de alternativa do matador
de toiros e actual gestor taurino do Campo Pequeno. Entre muitos mais, marcaram
também presença os cavaleiros D. Francisco de Mascarenhas, António Telles, Rui
Salvador e Parreirita Cigano e os matadores Mário Coelho, Ricardo Chibanga e
Manuel Dias Gomes, o novilheiro Diogo Peseiro, os cabos dos grupos de forcados
de Lisboa e de Tomar, Pedro M. Gomes e Marco Fernando, os empresários
Ricardo Levesinho e José Luis Gomes. E muitos, muitos mais
Rui Bento com Maurício do Vale, que há 35 anos "o descobriu" no Campo Pequeno
no concurso que promoveu "à procura de novos toureiros"
Carlos Alberto Moniz, Fátima Nalha, João e Amélia Morais
Dr. Luis Capucha, reoutado sociólogo e presidente da Associação
das Tertúlias Tauromáquicas de Portugal, com Mariazinha Leitão
Três companheiros de Rui Bento na equipa do Campo Pequeno - Joana Pina,
Dr. Paulo Pereira e Diogo Malafaia - e o cavaleiro Rui Salvador com o seu
apoderado Carlos Amorim e o seu bandarilheiro João Pedro Silva
João Duarte, Parreirita Cigano, Dr. Paulo Pereira, Joana Pina (equipa do Campo
Pequeno) com Rui Bento e sua Mulher, Isabel Viçoso
Edgar Nunes, histórico e recordado membro da comissão organizadora das
corridas nos anos de ouro da Monumental de Santarém, com Manuela Redondo
e Fernanda Silva, Mulher do nosso companheiro Emílio de Jesus
O Maestro Mário Coelho e sua Mulher, com Maurício do Vale e António Félix,
vereador da Cultura da Câmara Municipal da Azambuja
O nosso querido companheiro Emílio de Jesus com o empresário Ricardo
Levesinho, o Maestro António Telles e o grande aficionado Guilherme "Telles"
do Sobral
Isabel Nolasco com o novilheiro Diogo Peseiro e o seu apoderado Maurício do
Vale, grande referência da crítica taurina nacional
O director de corrida Lourenço Luzio, o bandarilheiro Ernesto Manuel (professor
da Escola de Toureio da Azambuja) e a grande aficionada Maria Luísa Cerveira
Ludgero Mendes, Isabel Viçoso Bento, Rui Casqueiro, Rui Bento e António José
Matos, vereador da Cultura da Câmara da Azanbuja, no uso da palavra
Maestro Ricardo Chibanga, Luis Miguel Pombeiro (director do jornal "Olé") e o
embolador Estorninho
Visíveis na foto, entre outros, o ganadeiro Engº Jorge de Carvalho, Dr. Luis
Capucha, Dr. Paulo Pereira, Joana Pina, Mário Matos e Parreirita Cigano
Sala esgotada no restaurante "Picadeiro" para a grande homenagem da Tertúlia
"Festa Brava" a Rui Bento na última sexta-feira
José Cáceres, Manuel Dias Gomes, Pedro Maria Gomes e o Maestro Mário Coelho.
Atrás, Jorge Bento, irmão de Rui e que foi um pilar fundamental e um apoio
fundamental nos inícios do toureiro em Espanha e em Portugal
Rui Casqueiro, presidente da Tertúlia "Festa Brava", quando entregava uma
lembrança ao matador de toiros Rui Bento
O crítico taurino Ludgero Mendes percorreu numa eloquente e apaixonada
intervenção todo o percurso de Rui Bento nas arenas desde os seus inícios como
novilheiro à despedida das arenas em 2000 em Salamanca
Rui Bento no uso da palavra
Aplausos para Rui Bento: 30 anos de alternativa
Ludgero Mendes, José Cáceres, Pedro Maria Gomes, Rui Bento, D. Francisco
de Mascarenhas, Manuel Dias Gomes e José Luis Gomes
Manuela Redondo, a "Senhora Licor Beirão", e José Luis Gomes
Mário Matos (membro da equipa do Campo Pequeno), o cavaleiro Rui Salvador e
os cabos dos grupos de forcados de Lisboa e de Tomar, respectivamente Pedro
Maria Gomes e Marco Fernando
Carlos Alberto Moniz, João Pedro Silva e Rui Salvador
Piedade Vale, Isabel Nolasco, Lourenço Luzio e António Matos

Fotos Emílio de Jesus